O jornalista Francisco Sampa gerou repercussão após publicar um vídeo em que critica a deputada federal eleita por Minas Gerais Ana Elisa (PT) por desativar o perfil na rede social X, antigo Twitter. Durante a gravação, ele utilizou expressões de cunho racista, como “neguinha” e “crioula”, ao se referir à parlamentar.
A saída de Ana Elisa da plataforma ocorreu após a repercussão de declarações atribuídas a ela sobre evangélicos, aborto e o fechamento de igrejas. A deputada afirmou que decidiu deixar a rede social depois de receber ameaças de morte.
Jornalista questionou saída da parlamentar
No vídeo, Sampa contestou a decisão de Ana Elisa de desativar a conta e pediu que ela voltasse à plataforma para se posicionar publicamente sobre as declarações atribuídas a ela. Durante a gravação, o jornalista também questionou se seria processado pela parlamentar.
A publicação trouxe novos desdobramentos à repercussão envolvendo a deputada, que relatou ter sido alvo de ameaças. O caso também levantou discussões sobre o uso de expressões racistas em manifestações públicas e os limites da crítica no debate político.
O episódio evidencia a diferença entre a contestação de posicionamentos políticos e o uso de ofensas relacionadas à raça. Críticas a declarações e decisões de representantes públicos fazem parte do debate democrático, mas não justificam ataques racistas ou ameaças.
Até o momento, as informações apresentadas não indicam se Ana Elisa tomou alguma medida judicial em relação ao vídeo publicado pelo jornalista.




