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SITUAÇÃO HÍDRICA
Cogerh realiza transferência de água do açude Fogareiro para a barragem Quixeramobim
Antes da transferência, a barragem apresentava volume armazenado de apenas 9,23%, registrando ao final da operação, volume acumulado de 69,1%.
Batista Santos
Postado em 8 de junho de 2021
Cogerh realiza transferência de água do açude Fogareiro para a barragem Quixeramobim
Foto: Cogerh / Divulgação

Temendo a falta de abastecimento hídrico para o Hospital Regional do Sertão Central e atendendo pedidos do Comitê da Sub-bacia Hidrográfica do Rio Banabuiú (CSBH-RB), a transferência de água do açude Fogareiro para a barragem de Quixeramobim, no Sertão Central cearense, apresentou desfecho positivo após 70 dias de operação assistida.

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A manobra atendeu a demanda de abastecimento humano da sede do município de Quixeramobim e do Hospital Regional do Sertão Central. Antes da transferência, a barragem apresentava volume armazenado de apenas 9,23%, registrando ao final da operação, volume acumulado de 69,1%.

Ocorrida ainda no período chuvoso, e aproveitando o fluxo do rio, a manobra resultou em aporte de 4,5 milhões de m³ para a barragem de Quixeramobim. Encerrada a operação, o reservatório registra hoje um volume armazenado de cerca de 5,4 milhões m³.

O comparativo pós operação, mostrou que a transferência foi totalmente controlada, sem perdas significativas para o açude Fogareiro, conforme explica Paulo Ferreira, gerente da Cogerh no município de Quixeramobim. “O volume armazenado no reservatório no início da operação era de 13.476.355 m³, valor correspondente a 11,42 %. Atualmente o volume armazenado do Fogareiro é de 6.908.136 m³, o que corresponde a 5,85% de seu volume total.

O momento exato para o início da transferência hídrica foi peça chave para o sucesso da operação. “Em operações assim, nós sempre avaliamos o melhor momento para que seja feita a transferência, de forma que ocorra tudo com segurança, tanto para quem está recebendo, quanto para quem está liberando água. No caso de Quixeramobim, conseguimos uma eficiência de cerca de 80%”, explicou Paulo Ferreira.

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