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Ceará começa aplicação da 3ª dose na sexta (24)
A Secretaria da Saúde do Ceará publicou uma nota recomendando o início desta imunização
REDAÇÃO GCMAIS
Postado em 23 de setembro de 2021
Ceará começa aplicação da 3ª dose na sexta (24)
Foto: Myke Sena/MS

A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) publicou, nesta quinta-feira (23), uma nota técnica recomendando o início da aplicação da 3ª dose da vacina contra a covid-19. De acordo com este material, todos os municípios cearenses podem começar esta nova fase da imunização a partir desta sexta-feira (24).

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A Sesa afirma que o agendamento daqueles que serão beneficiados com esta dose de reforço fica a cargo das prefeituras municipais. Na última segunda-feira (20), o Ceará recebeu 33.643 doses do imunizante da Pfizer para dar início a esta vacinação.

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A nota técnica orienta que os municípios comecem a aplicar o imunizante em idosos acima dos 70 anos e pacientes com grau elevado de imunossupressão, o que está de acordo com o que já foi recomendado pelo Ministério da Saúde.

Estudos recentes indicam que estas pessoas não possuem uma resposta de anticorpos que possa impedir a infecção com o coronavírus mesmo diante da aplicação das duas doses. Por isso, é essencial que eles recebam a dose de reforço.

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Confira quem receber a 3ª dose da vacina contra covid-19 no Ceará

Esta dose de reforço deve ser aplicada nos idosos acima de 70 anos e que receberam a segunda dose a mais de 6 meses, independe do laboratório do imunizante. Já no caso das pessoas em condição de imunossupressão, devem tomar a 3ª dose as pessoas que estão em situação de:

  1. Imunodeficiência primária grave.
  2. Quimioterapia para câncer.
  3. Transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) uso de drogas imunossupressoras.
  4. Pessoas vivendo com HIV/AIDS.
  5. Uso de corticóides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias.
  6. Uso de drogas modificadoras da resposta imune.
  7. Auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias.
  8. Pacientes em hemodiálise.
  9. Pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.

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