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Conheça histórias de empresas e profissionais que precisaram se reinventar durante a pandemia
Seja para as atividades que foram suspensas ou para o comércio essencial, a pandemia de covid-19 forçou mudanças drásticas no trabalho do cearense
REDAÇÃO GCMAIS
Postado em 21 de julho de 2021
Conheça histórias de empresas e profissionais que precisaram se reinventar durante a pandemia
Foto: Pexels

Desde que a pandemia de covid-19 chegou ao Ceará, as atividades do comércio e dos serviços sofreram sérios impactos. Por conta dos decretos estaduais, que visam evitar as aglomerações e as locomoções nas cidades e, por consequência, reduzir a transmissão do coronavírus, diversas atividades econômicas foram suspensas. Quem se viu nesta situação, muitas vezes, precisou se reinventar para conseguir manter a renda.

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Foi o que aconteceu com Francisco de Araújo, que trabalha como garçom há dois anos em um restaurante no Meireles. Com as portas do estabelecimento fechadas e as mesas vazias, o ofício de atender ao público no salão ficou suspenso e o profissional se viu em outra função: a de entregador.

“Quando teve que fechar, devido à pandemia, aí a gente teve que se reinventar. No caso, eu fui para ajudar no delivery, como entregador, porque a demanda [de entregas] cresceu muito”, disse Francisco de Araújo.

A mudança, porém, não foi permanente. Com a retomada e autorização de retorno do atendimento presencial nos restaurantes, Francisco de Araújo voltou ao seu cargo anterior. “Nessa segunda onda, como o movimento voltou, mesmo que em horário reduzido, eu voltei para a minha profissão de garçom”, afirma.

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Mas até mesmo para os comércios que não foram obrigados a fechar completamente, a reinvenção e a inovação se tornaram regras neste período de pandemia. No caso dos supermercados, por exemplo, mesmo com a autorização para funcionar, foi preciso modificar a forma como é feita a entrega do produto ao consumidor.

“A gente já tinha uma estrutura de aplicativo e venda online, mas era uma estrutura embrionária. A gente tinha poucos funcionários, poucas lojas atendiam nesse formato”, explica Gladdys Albuquerque, diretora de uma rede de supermercados em Fortaleza.

Essa estrutura, porém, precisou ser ampliada rapidamente para se adequar às novas formas de consumo. “A gente teve que acelerar todo o nosso desenvolvimento de venda online”, conta. E o resultado foi um aumento nas vendas do supermercado. “Uma coisa que a gente vendia 10, hoje a gente está vendendo 300. Realmente foi um acelerador para o nosso desenvolvimento”, destaca.

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