Suprema Corte dos Estados Unidos veta ordem de Biden para impor vacinação ou testes contra Covid-19 em empresas | Portal GCMAIS

Jovem Pan News FM 92.9

AO VIVO
CONTROLE DA PANDEMIA
Suprema Corte dos Estados Unidos veta ordem de Biden para impor vacinação ou testes contra Covid-19 em empresas
A medida previa a vacinação ou a apresentação de testes regulares contra Covid-19 em empresas com mais de 100 funcionários.
REDAÇÃO GCMAIS
Postado em 13 de janeiro de 2022
Suprema Corte dos Estados Unidos veta ordem de Biden para impor vacinação ou testes contra Covid-19 em empresas
Biden teve argumento rebatido na decisão da Suprema Corte. Foto: Reprodução / Twitter

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu barrar uma iniciativa, apresentada pelo governo do presidente Joe Biden, apresentada em novembro do ano passado, que obrigava a vacinação ou a apresentação de testes regulares contra Covid-19 em empresas com mais de 100 funcionários.

>>>Siga o GCMAIS no Google Notícias<<<

A decisão da Corte contra a medida de Biden teve o apoio dos seis juízes conservadores e foi rejeitada pelos três vistos como progressistas. A proposta do Governo, que visava incrementar os índices de imunização no País, atingiria mais de 80 milhões de trabalhadores americanos, com previsão de multas de até US$ 14 mil (equivalente a R$ 78,7 mil) por funcionário.

Leia também | Anvisa realiza nova reunião para analisar vacina para crianças

Biden x Suprema Corte

Para emplacar a medida, o governo de Biden justificativa a norma como “padrão temporário de emergência” e integrava parte de um plano de ação contra a pandemia e seria implementada pela Administração de Segurança e Saúde Ocupacional do Departamento de Trabalho (Osha). No entanto, para a Suprema Corte, dando razão a uma ação movida pelo governo de Ohio e grupos empresariais, a agência responsável pela segurança no ambiente de trabalho não tem poderes para exigir a vacinação de profissionais do setor privado.

>>>Acompanhe o GCMAIS no YouTube<<<

Diante do argumento, a Suprema Corte foi bem direta na decisão. “Apesar de o Congresso ter dado à Osha o poder de fiscalizar riscos ocupacionais, não deu à agência o poder de regulamentar a saúde pública de maneira mais ampla. Exigir a vacinação de 84 milhões de americanos, escolhidos apenas porque trabalham para empregadores com mais de 100 funcionários, certamente não está entre seus poderes”, diz o documento.

 

 


Deixe seu comentário