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“Quem quer mais é só ir no banco e fazer empréstimo”, diz Bolsonaro sobre o auxílio emergencial
Sobre o desemprego no País, Bolsonaro se isentou de culpa e afirmou: "eu não obriguei ninguém a ficar em casa"
REDAÇÃO GCMAIS
Postado em 2 de junho de 2021
“Quem quer mais é só ir no banco e fazer empréstimo”, diz Bolsonaro sobre o auxílio emergencial
Foto: Alan Santos/PR

Confrontado sobre o valor do auxílio emergencial na última terça-feira (1º), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que quem quer mais dinheiro “é só ir no banco e fazer empréstimo”. A declaração foi feita em uma conversa do presidente com os seus apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada.

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Desde o começo da pandemia de covid-19, o auxílio emergencial é discutido como uma das medidas de suporte para a população no momento em que a crise econômica acompanha a sanitária. Porém, o valor foi sendo reduzido gradualmente. No início, o benefício variava entre R$ 600 a R$ 1.200 (para mães solteiras ou mulheres chefes de família). Atualmente, o auxílio emergencial varia de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil do beneficiário.

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Em conversa com os seus apoiadores, o presidente Bolsonaro falou sobre os custos dessa medida para o Brasil:

“Qual país do mundo fez um projeto igual ao nosso, num momento de crise, que foi o auxílio emergencial? Nós gastamos em 2020 com o auxílio emergencial o equivalente a dez anos de Bolsa Família. E tem gente criticando ainda, falando que quer mais. Como é endividamento por parte do governo, quem quer mais é só ir no banco e fazer empréstimo”, disse o presidente.

Em seguida, o presidente informou que estava ciente das dificuldades que a população está passando durante a pandemia de covid-19, mas se isentou de qualquer culpa. “Sabemos da situação difícil que se encontra a população, que perdeu o emprego. Não foi por culpa do presidente, eu não obriguei ninguém a ficar em casa, não fechei comércio e por consequência não destruí emprego”, afirmou.

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