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Vacinação pode ser exigida na matrícula de alunos até o quinto ano do ensino fundamental

Caso faltem vacinas, a escola deve informá-los sobre quais doenças não estão cobertas

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14 de novembro de 2022
Portal GCMAIS

Um projeto em análise no Senado (PL 5.654/2019) prevê que pais ou responsáveis de alunos da educação infantil até a primeira etapa do ensino fundamental deverão apresentar um comprovante de vacinação na hora da matrícula.

Vacinação pode ser exigida na matrícula de alunos até o quinto ano do ensino fundamental
Foto: Agência Brasil

Caso faltem vacinas, a escola deve informá-los sobre quais doenças não estão cobertas, reforçar a importância de completar a imunização e orientá-los a procurar imediatamente uma unidade básica de saúde. Senadores alertam para quedas nos índices de imunização infantil e a ameaça da volta de epidemias graves como tuberculose, pólio e sarampo.

Técnicos pedem vacinação

Diante do aumento de casos de Covid-19, autoridades sanitárias internacionais estão em alerta. O registro de novos casos da doença tem a ver com o surgimento de novas subvariantes da Ômicron, BQ.1 e XBB. Segundo os primeiros estudos, elas podem ser mais transmissíveis e resistentes às barreiras da vacinação.

O mais recente Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado na última quinta-feira (10), sinaliza para o aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com resultado laboratorial positivo para Covid-19 na população adulta do Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ainda não é possível afirmar que esse crescimento esteja relacionado especificamente com as identificações recentes de novas sublinhagens identificadas em alguns pontos do país.

Em alguns estados, o sinal é mais claro nas faixas etárias a partir de 18 anos. A exceção é o Rio Grande do Sul, que apresenta essa tendência apenas nas faixas etárias a partir de 60 anos. Por isso, os técnicos pedem a vacinação.

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“Como os dados laboratoriais demoram mais a entrar no sistema, espera-se que os números de casos das semanas recentes sejam maiores do que o observado nessa atualização, podendo, inclusive, aumentar o total de estados em tal situação”, disse o pesquisador da Fiocruz.

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* com informações da Agência Senado

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