Está confirmado: Guilherme Arana é do Palmeiras. A frase, que circula entre torcedores e nas redes sociais, não se refere a uma negociação oficial, mas sim ao vínculo afetivo e histórico que o lateral-esquerdo possui com o clube.
Apesar de ter iniciado a carreira profissional no Corinthians, Arana cresceu em uma família palmeirense e herdou dos pais e do irmão o sentimento pelo Verdão. Esse contraste entre a trajetória esportiva e a ligação pessoal faz com que a relação entre jogador e clube seja constantemente lembrada.

A origem do vínculo palmeirense
O maior símbolo dessa conexão é o irmão de Arana, Gustavo, que se declarou publicamente torcedor do Palmeiras em diferentes ocasiões. A mais marcante aconteceu em 2022, quando o Verdão eliminou o Atlético-MG nas quartas de final da Copa Libertadores.
Arana cresceu nesse ambiente, nutrindo admiração pelo clube que marcou sua infância. Porém, sua carreira tomou rumos diferentes, já que toda a sua formação ocorreu nas categorias de base do Corinthians, justamente o principal rival do time de sua família.
A ligação afetiva poderia ter se transformado em uma relação profissional quando Arana deixou o Sevilla para retornar ao Brasil. Houve conversas para uma possível transferência ao Allianz Parque, mas as negociações não avançaram. No fim, ele acertou com o Atlético-MG, clube que defende desde 2021 e pelo qual se tornou peça fundamental.
Nos últimos dias, o lateral voltou ao noticiário, desta vez por um motivo extra-campo. Arana foi um dos atletas que notificaram o Atlético-MG devido a atrasos salariais. O clube mineiro enfrenta dificuldades financeiras, o que levou parte do elenco a formalizar cobranças por meio de notificações extrajudiciais e até ações judiciais. Mesmo com contrato válido até 2027, o jogador acompanha de perto a crise administrativa e financeira vivida pelo Galo.




