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Abrasel considera novas medidas restritivas no Ceará um novo lockdown

O Governo do Ceará anunciou mais medidas de restrição ao funcionamento de serviços não essenciais durante os próximos 15 dias

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Abrasel considera novas medidas restritivas no Ceará um novo lockdown
Foto: GCMais

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Ceará (Abrasel) publicou uma nota nesta terça-feira (2) em que rechaça o anúncio das novas medidas restritivas do Governo do Estado. Segundo o material divulgado, a decisão dos gestores públicos "pegou totalmente de surpresa os milhares de empregadores, afetando, inclusive, os empregados e suas famílias".

Na noite desta terça-feira, o governador Camilo Santana e o prefeito José Sarto anunciaram novas restrições aos horários de funcionamento de serviços não essenciais. A partir desta quarta-feira (3), restaurantes, barracas de praia e shoppings, por exemplo, só poderão funcionar até às 20h. Nos fins de semana, esse horário fica reduzido para 15h.

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https://twitter.com/CamiloSantanaCE/status/1356750836509065216

"A Abrasel considera esta medida um retorno à fase mais severa do lockdown, uma vez que o funcionamento até às 20 horas inviabiliza o serviço noturno dos estabelecimentos", diz a Associação em nota.

O material ainda coloca em dúvida a eficiência da fiscalização das aglomerações e festas clandestinas por parte do Poder Público. Nos últimos dias, órgãos como a Agefis e a Polícia estão fortificando as ações em Fortaleza e na Região Metropolitana, combatendo estas atividades ilegais.

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"O Governo lança a conta para o trabalhador pagar sozinho, sem nenhuma contrapartida que garanta a sobrevivência das empresas e empregos", declarou a Abrasel em nota.

Confira o material completo divulgado pela Associação de Bares e Restaurantes do Ceará:

O setor de Alimentação Fora do Lar rechaça firmemente o anúncio feito pelo Governo do Estado nesta terça-feira (02), que pegou totalmente de surpresa os milhares de empregadores, afetando, inclusive, os empregados e suas famílias.

A Abrasel considera esta medida um retorno à fase mais severa do lockdown, uma vez que o funcionamento até às 20 horas inviabiliza o serviço noturno dos estabelecimentos.

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Por ineficiência do Estado em criar medidas preventivas, em fiscalizar setores que descumprem as orientações sanitárias, o Governo lança a conta para o trabalhador pagar sozinho, sem nenhuma contrapartida que garanta a sobrevivência das empresas e empregos.

A Abrasel apresentou há quase cinco meses, sem resposta até o momento, pedido por meio judicial, para que seja apresentado plano de retomada com critérios específicos para cada fase de reabertura. Ao contrário disso, recebe mais uma vez um anúncio que, além de não estar se monstrando efetivo para a saúde pública até o momento, ainda resultará na morte de mais empresas.

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