Na terça-feira (13), o Conselho Regional de Educação Física da 5ª Região (CREF5-CE) entrou com uma ação judicial contra o Governo do Estado solicitando a reabertura imediata das academias no Ceará. Além disso, o CREF5 também exige que estes estabelecimentos sejam incluídos na lista de atividades essenciais.
No último sábado (10), o Governo do Ceará publicou o decreto estadual que definia o início da flexibilização do lockdown e indicava quais as atividades que estariam nesta primeira fase da reabertura da economia. O setor das academias, porém, aparecia como um dos serviços que deveria continuar com o funcionamento suspenso.
A notícia foi motivo de surpresa para diversos representantes do setor, entre eles o Conselho Regional. Na ação judicial, o CREF5 destaca que o decreto foi publicado “suprimindo estranhamente o funcionamento das academias, ficando como se fosse uma atividade de lazer, como se atividade ali ofertada nos estabelecimentos não fosse atividade essencial, por conseguinte, de fortalecimento no enfrentamento ao cruel vírus ora disseminado no planeta”.
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Segundo a presidente do CREF5, Andréa Benevides, o setor das academias presta um serviço essencial para a comunidade, inclusive para as pessoas que estão passando pela recuperação da covid-19.
“Entendemos que o setor, sejam os profissionais ou os estabelecimentos, possui todas as condições necessárias para atender a população com segurança. Fizemos treinamentos, estabelecemos protocolos de segurança, enfim, estamos preparados. A atividade física é essencial para melhora do sistema imune e para recuperação após a COVID-19. Neste momento de pandemia, a atividade física é, sim, essencial”, afirma a presidente.




