Em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade Estadual do Ceará (Uece) segue realizando estudos clínicos (testagem em humanos) para a produção de uma vacina contra a Covid-19, que pode ser disponibilizada à população muito em breve.
Neste motrabalha no sentido de cumprir os procedimentos finais estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) necessários para a produção da vacina. mento, a Uece trabalha no sentido de cumprir os procedimentos finais estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) necessários para a produção da vacina. A expectativa, segundo informou o reitor da universidade, Hidelbrando Soares, a Anvisa solicitou um novo teste pré-clínico do imunizante, a partir de um estudo que foi concluído em dezembro passado.
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Basicamente, são três processos que a Uece precisa providenciar para viabilizar a autorização da produção da vacina: o preenchimento da documentação, a submissão da pesquisa e a garantia de produção do lote industrial para testagem em humanos - etapa que realizaria em parceria com a Fiocruz.
Reunião entre Uece e Anvisa para discutir a produção da vacina
De acordo com o reitor Hidelbrando Soares, há uma expectativa de que representantes da Uece se reúnam com a Fiocuz até o início de fevereiro para discutir a produção desse lote industrial da vacina, que seria submetido à Anvis. Uma vez autorizado, haverá a produção para a testagem clínica em humanos.
Fase clínica da vacina da Uece
A fase clínica da vacina produzida pela Uece será ser dividida em três etapas, sendo a primeira com testes realizados em aproximadamente 100 pessoas adultas, de 18 a 60 anos de idade, sem comorbidades. Na segunda etapa, será a vez de pessoas acima de 60 anos, com comorbidades. Na terceira, os testes serão aplicados em milhares de pessoas, com perfis diversificados.
Para esses testes, será seguido todo um protocolo realizando a seleção de pessoas saudáveis, que ainda não tenham tomado outras vacinas contra a Covid-19. Essas pessoas serão convidadas a serem voluntárias nesse primeiro momento. Ao final de cada etapa da fase clínica, a Uece deverá submeter os resultados à Anvisa para autorização da continuidade dos testes.
A pesquisa da vacina cearense começou em abril de 2020, desenvolvida no Laboratório de Biotecnologia e Biologia Molecular da Uece (LBBM), liderado pela professora imunologista Izabel Florindo Guedes.




