No próximo dia 7 de abril é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Bullying e Violência nas Escolas. A data foi criada após o Massacre de Realengo, no Rio de Janeiro, ocorrido em 2011, quando um ex-aluno invadiu uma escola municipal e matou 12 alunos.
O bullying, muitas vezes, reprime sentimentos, causa revolta e silencia crianças e jovens. E, para evitar que isso aconteça, escolas cearenses estão investindo em projetos de acolhimento dos alunos. É na idade escolar que as crianças, muitas vezes, têm contato com as diferenças. E é nessa fase também que o bullying começa a aparecer. Segundo o neuropediatra André Cabral, quando a brincadeira passa dos limites, vira agressão e traz consequências.
Combate ao bullying nas escolas
Em uma escola no bairro Henrique Jorge, em Fortaleza, um trabalho vem modificando a rotina dos alunos e reduzindo os casos de bullying. A atuação dos professores diretores de turma faz parte de um programa da Secretaria estadual da Educação e, hoje, é aplicado em todas as escolas do estado.
Os professores que fazem parte do programa são capacitados para identificar situações de conflito e tentar soluções. Conforme André Cabral, as vítimas de bullying precisam de assistência e uma rede de apoio dentro da escola e na família. Mas é preciso também ter um olhar atento aos agressores. Essas pessoas também precisam de ajuda.
Acompanhe a reportagem de Evelyn Ferreira, da TV Cidade Fortaleza:




