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Donald Trump é acusado de abuso sexual contra jornalista

Trump foi presidente dos EUA de 2017 a 2021 e é o favorito nas pesquisas de opinião para a indicação presidencial republicana para a eleição do próximo ano.

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Donald Trump é acusado de abuso sexual contra jornalista
Foto: GCMais

O júri dos Estados Unidos condenou o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump por abuso sexual e difamação contra a jornalista Jean Carroll, ex-colunista da revista Elle. O julgamento avançou para seu desfecho na última terça-feira (9), após as alegações finais da vítima e dos advogados de defesa do ex-presidente.

Segundo a CNN Internacional, Trump deveria pagar cerca de 2 milhões de dólares (R$ 9,9 milhões) em danos por ter comprovadamente abusado de Jean e quase 3 milhões de dólares (R$ 14,8 milhões) em danos pela acusação de difamação, que também foi provada perante o júri. Somando as duas indenizações, o ex-presidente vai desembolsar aproximadamente 5 milhões de dólares (R$ 24,7).

"Meu conselho para vocês é não se identificarem. Nem agora nem por muito tempo", afirmou Kaplan. "Se você é alguém que escolhe falar com os outros e se identificar com os outros, oriento você a não identificar ninguém mais que tenha feito parte desse júri. Cada um de vocês deve isso ao outro, independentemente do que decidiu você mesmo."

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A jornalista, de 79 anos, afirmou durante o julgamento civil que Trump, de 76 anos, a estuprou no provador de uma loja de departamentos Bergdorf Goodman em Manhattan. Segundo ela, o crime teria acontecido na primavera de 1996 e depois a difamou em uma postagem nas redes sociais em outubro de 2022. Trump negou as acusações.

Trump foi presidente dos EUA de 2017 a 2021 e é o favorito nas pesquisas de opinião para a indicação presidencial republicana para a eleição do próximo ano.

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Entenda o caso

Conforme informações do portal R7, Jean Carroll entrou com a ação em novembro de 2022 sob a "Lei de Sobreviventes Adultos do Estado de Nova York", um projeto de lei estadual que dá às vítimas de abuso sexual uma janela de um ano para abrir processos por agressões que aconteceram anos ou mesmo décadas antes.

Este não é um julgamento criminal. Em um processo civil como o de Jean, o júri deve ser convencido de que há mais de 50% de chance de que as alegações sejam verdadeiras para condenar o réu.

*Com informações do portal parceiro R7.

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