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Infarto agudo do miocárdio: entenda o que aconteceu com o ex-jogador de vôlei Tande

De acordo com o Ministério da Saúde, o infarto é a principal causa de óbito no Brasil

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Infarto agudo do miocárdio: entenda o que aconteceu com o ex-jogador de vôlei Tande
Foto: GCMais

O ex-jogador de vôlei Tande, de 54 anos, sofreu um infarto agudo do miocárdio e se encontra hospitalizado desde a última sexta-feira (12). Nas redes sociais, ele falou sobre o susto e afirmou que “98% de uma das minhas veias estava entupida”.

Tande também contou que pratica atividades físicas, mas assumiu que descuidou da saúde nos últimos quatro anos e que não estava se alimentando tão bem. O ex-atleta ainda afirmou ter recebido vários sinais do infarto pelo corpo. “Tive vários sinais, falta de ar, palpitação, subindo aqui na mandíbula, dor de ouvido. Cuidem-se sempre. Papai do céu me deu uma chance”, ressaltou. Apesar do susto, ele informa que já deve conseguir retornar às atividades de rotina na próxima semana.

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Infarto agudo do miocárdio

Conhecido popularmente como ataque cardíaco, o infarto agudo do miocárdio, é causado pela morte de células do coração, que param de receber o fluxo normal de sangue.

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Os sinais relatados pelo ex-jogador de vôlei coincidem com os mais comuns apontados pelo Ministério da Saúde em casos de infarto do miocárdio:

  • Dor intensa e prolongada no peito, que pode irradiar para costas, rosto, braço esquerdo e, raramente, braço direito;
  • Sensação de aperto no peito e dificuldade de respirar;
  • Suor frio, palidez e temperatura gelada da pele;
  • Sensação de desmaio iminente.
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A dor de ouvido descrito por Tande já é um sinal menos comum, mas que pode ocorrer como uma consequência da dor no peito. A principal causa do infarto é a aterosclerose, uma doença causada pela gordura que se acumula nas placas das artérias gerando obstrução.

Alem disso, outros fatores de risco para o quadro, de acordo com o Ministério da Saúde, são: tabagismo, sedentarismo, alimentação ruim, colesterol alto e estresse. Ressalta-se ainda que pessoas com diabetes e hipertensão têm de duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto, segundo a pasta federal.

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