A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garante aos empregados com carteira assinada uma série de direitos, incluindo o período de férias remuneradas. Além do descanso, muitos trabalhadores podem optar por um benefício adicional: a conversão de parte das férias (20 dias) em dinheiro, o chamado abono pecuniário.
Pelas regras trabalhistas, após um ano de serviço, o trabalhador tem direito a 30 dias de férias. No entanto, a legislação permite a venda de até um terço desse período, ou seja, 10 dias, reduzindo o afastamento para 20 dias e garantindo um valor extra no salário.
Essa possibilidade, prevista na CLT, não pode ser negada pelo empregador. Além de aumentar a renda do funcionário, o abono pecuniário também favorece as empresas, que podem manter a operação com menos ausências simultâneas.
Trabalhadores podem tirar férias de 20 dias e receber valor extra
O cálculo do abono é baseado no salário mensal do funcionário. Por exemplo, um trabalhador que recebe R$ 3.000, ao vender 10 dias de férias, ganha um adicional de R$ 1.000, além do pagamento normal das férias e do adicional de um terço previsto na lei. O valor deve ser quitado junto com o pagamento das férias.
Além das regras sobre férias, os trabalhadores também devem estar atentos às mudanças no salário mínimo. Desde janeiro de 2025, o valor foi reajustado para R$ 1.518, o que influencia benefícios como Seguro-Desemprego e aposentadoria.




