O Ceará registrou a criação de mais de 10,5 mil novos empregos formais em setembro de 2025, segundo dados do Novo Caged divulgados pelo governador Elmano de Freitas nesta quinta-feira (30). Com o resultado, o estado acumula quase 159 mil postos de trabalho com carteira assinada desde janeiro de 2023.
O setor de serviços liderou a geração de vagas em setembro, com 3.727 postos, seguido pela construção civil, com 2.334, e pela indústria, com 2.060 oportunidades.
Em postagem nas redes sociais, o governador ressaltou o compromisso do governo com a geração de empregos e o fortalecimento da economia estadual. “O trabalho continua, com a missão de atrair mais empresas e fortalecer as já instaladas em nosso estado para impulsionar a economia e gerar ainda mais oportunidades para o povo cearense”, afirmou.
Dados de agosto no Ceará
Em agosto, o Ceará já havia registrado a criação de quase 7 mil novos empregos formais, elevando para mais de 148 mil o total de postos de trabalho gerados desde janeiro de 2023. Todos os setores da economia cearense apresentaram saldo positivo no mês, com destaque para serviços (+2.182 vagas), seguidos pela construção civil e indústria.
Emprego formal no Brasil em agosto
No âmbito nacional, o Brasil criou 147.358 novos empregos formais em agosto de 2025, resultado de 2.239.895 admissões e 2.092.537 desligamentos. No acumulado do ano, foram criados 1.501.930 postos, crescimento de 3,18% em relação a dezembro de 2024. Desde janeiro de 2023, já foram abertas 4.635.909 vagas, totalizando 48.698.182 empregos formais no país.
Quatro dos cinco setores da economia apresentaram crescimento em agosto: Serviços (+81.002 vagas), Comércio (+32.612), Indústria (+19.098) e Construção (+17.328). O saldo positivo foi registrado em 25 estados, com São Paulo liderando (+45.450), seguido pelo Rio de Janeiro (+16.128) e Pernambuco (+12.692). Em variação percentual, destacam-se Paraíba (+1,61%), Rio Grande do Norte (+0,98%) e Pernambuco (+0,82%).
Do total de vagas geradas, 75,1% são típicas e 24,9% não típicas, incluindo trabalhadores com jornada de até 30 horas semanais (+40.544, principalmente na área de educação) e aprendizes (+20.252). No acumulado do ano, o setor de Serviços lidera o crescimento (+773.385 postos), seguido por Indústria (+273.231), Construção (+194.545), Comércio (+153.483) e Agropecuária (+107.297).
O emprego formal apresentou saldo mais positivo para mulheres (+77.560), enquanto os homens tiveram 69.798 novas vagas. Entre adolescentes de até 17 anos, foram criadas 33.710 oportunidades, sendo 19.908 para aprendizes. Pessoas com nível médio completo representaram 96.442 novas vagas e a população com deficiência registrou 820 vínculos.
O salário médio real de admissão em agosto foi de R$ 2.295,01, alta de 0,56% em relação a julho.




