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Bolsa Família pode chegar com acréscimo de R$ 350 em janeiro e fevereiro

Valores extras são pagos a famílias com crianças, adolescentes, gestantes e nutrizes

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Bolsa Família pode chegar com acréscimo de R$ 350 em janeiro e fevereiro
Foto: GCMais

Milhares de famílias brasileiras podem começar os meses de janeiro e fevereiro com um reforço maior no orçamento. O Bolsa Família, que garante valor mínimo de R$ 600, pode ter um acréscimo de até R$ 350 — ou mais, dependendo da composição familiar.

Os pagamentos adicionais seguem regras em vigor desde a retomada do programa, em 2023, e permanecem inalteradas para 2026, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. Os valores extras são direcionados principalmente a crianças, adolescentes, gestantes e mães de bebês.

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O acréscimo de até R$ 350 ocorre porque o programa permite a soma de benefícios complementares, pagos conforme o perfil de cada família. Esses valores são acumulativos e se somam ao benefício base de R$ 600.

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Na prática, quanto maior o número de dependentes que se enquadram nos critérios, maior pode ser o valor final recebido no mês.

Quais são os adicionais pagos pelo programa

Os principais benefícios complementares do Bolsa Família são:

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  • Benefício Primeira Infância: R$ 150 por criança de até seis anos;
  • Benefício Variável Familiar Criança: R$ 50 para crianças e adolescentes de 7 a 16 anos;
  • Benefício Variável Familiar Adolescente: R$ 50 para adolescentes de 16 a 18 anos;
  • Benefício Variável Gestante: R$ 50 para gestantes;
  • Benefício Variável Nutriz: seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses.

Esses valores podem ser pagos simultaneamente, conforme a composição familiar registrada no sistema.

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Uma família com uma criança de até seis anos, um adolescente e uma gestante, por exemplo, pode receber:

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  • R$ 150 pelo Benefício Primeira Infância;
  • R$ 50 pelo Benefício Variável Adolescente;
  • R$ 50 pelo Benefício Variável Gestante.

Nesse cenário, o acréscimo já soma R$ 250, além dos R$ 600 do benefício base. Famílias com mais crianças pequenas podem ultrapassar R$ 350 em adicionais, elevando ainda mais o valor total.

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Quem tem direito ao Bolsa Família em 2026

Para receber o benefício neste ano, a família precisa:

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  • Ter renda mensal por pessoa de até R$ 218;
  • Estar com o Cadastro Único atualizado;
  • Atender aos critérios definidos pelo governo federal na seleção mensal.

A inclusão no programa não é automática e depende da análise periódica dos dados do CadÚnico.

Como consultar o valor e a data de pagamento?

As famílias selecionadas podem consultar:

  • Valor do benefício;
  • Detalhamento dos adicionais;
  • Data de pagamento.

As informações ficam disponíveis no aplicativo do Bolsa Família, para Android e iOS, geralmente na mesma semana em que os repasses começam.

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A inscrição no Cadastro Único é obrigatória para acesso ao Bolsa Família. O cadastro deve ser feito presencialmente no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município.

Manter os dados atualizados é essencial para evitar bloqueios, suspensões ou perda dos valores adicionais.

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