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Produção de algodão no Ceará cresce e deve ganhar novo impulso em 2026

Setor deve receber ainda mais impulso com o Programa Estadual de Fortalecimento e Revitalização da Cotonicultura

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4 de fevereiro de 2026
Portal GCMAIS

A produção de algodão no Ceará vem registrando crescimento e deve avançar ainda mais em 2026, com o fortalecimento da cotonicultura no estado e investimentos em tecnologia, produtividade e sustentabilidade. A fibra natural, cultivada em regiões de clima quente, passa por diversas etapas antes de chegar às prateleiras: do plantio à colheita, passando pelo beneficiamento, afiação e tecelagem, até se transformar em tecidos de jeans que abastecem o mercado.

Produção de algodão no Ceará cresce e deve ganhar novo impulso em 2026
Foto: Reprodução

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De acordo com Felipe Matos, diretor de Marketing de uma das fábricas do setor, a produção de jeans precisou ser reforçada para atender à demanda do carnaval. “Só para atender a demanda do carnaval, a produção de jeans nesta fábrica aumentou 40%. A gente também aumentou a quantidade de mão de obra, cerca de 30% de funcionários novos, para poder suprir essa demanda”, explicou. Atualmente, a empresa conta com 157 colaboradores diretos e atende principalmente os mercados do Nordeste, com destaque para Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia e Paraíba.

Viviane Bastos, da Vila União, em Fortaleza, destacou a expectativa de crescimento ao longo de 2026. “A expectativa é ultrapassar 50% do resultado registrado no mesmo período do ano passado. A nossa marca se tornou uma referência no Nordeste, a TLF, mas a gente consegue atender o Brasil inteiro, no âmbito nacional”, afirmou.

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O secretário do Desenvolvimento Econômico, Domingos Filho, destacou o impulso que o setor deve receber com o Programa Estadual de Fortalecimento e Revitalização da Cotonicultura. “O Programa prevê a distribuição gratuita de sementes de algodão para produtores rurais. Ao todo, 50 toneladas de sementes devem beneficiar inicialmente 18 municípios, com potencial de gerar até 15 mil empregos”, informou.

Segundo Domingos Filho, a distribuição e assistência técnica serão realizadas em parceria com os municípios, as Secretarias Municipais de Agricultura, a EMATERCE e a supervisão da Embrapa Algodão. “Portanto, estou muito otimista que a gente, no horizonte rápido, possa mostrar que é capaz de desenvolver muito o algodão no sertão do Ceará”, completou.

A retomada do cultivo do algodão no estado não só fortalece a economia local como também cria novas oportunidades para a cadeia têxtil cearense, renovando a esperança no campo e fomentando emprego e desenvolvimento sustentável para o setor.

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