JUSTIÇA

Madrasta é condenada mais de 12 anos de prisão por esfaquear enteada em Iguatu, no Ceará

Crime ocorreu em 2024 após discussão envolvendo o pai da adolescente

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1 de maio de 2026
Danielle Christine

A madrasta que esfaqueou a enteada em Iguatu foi condenada pela Justiça a 12 anos e 6 meses de prisão pelo ataque ocorrido em julho de 2024, no Centro-Sul do Ceará. A adolescente, de 15 anos, foi ferida após ir ao local de trabalho do pai para entregar uma intimação judicial relacionada a um processo de pensão alimentícia. A agressão aconteceu nesse contexto e resultou na responsabilização da acusada.

Madrasta é condenada mais de 12 anos de prisão por esfaquear enteada em Iguatu, no Ceará
Foto: Reprodução

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Segundo as investigações, a jovem havia saído da Vara da Família do município após o pai não comparecer a uma audiência. Em seguida, ela se dirigiu ao estabelecimento onde ele trabalha, no Centro da cidade, momento em que foi abordada pela madrasta, identificada como Cícera Bonfim de Melo Uchôa.

No local, a mulher reagiu de forma violenta à presença da adolescente e a atingiu com golpes de faca. A vítima sofreu ferimentos na região do peito e dos braços e foi socorrida rapidamente para uma unidade hospitalar, onde recebeu atendimento médico.

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Madrasta que esfaqueou enteada em Iguatu é condenada pela Justiça

O caso foi registrado por câmeras de segurança instaladas no estabelecimento, que mostraram o momento da agressão em um ambiente com grande circulação de pessoas. Testemunhas ainda tentaram intervir, mas não conseguiram impedir o ataque.

Além da adolescente, a mãe da vítima também foi agredida durante a confusão, sofrendo lesões após ser puxada pelos cabelos. Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil do Estado do Ceará, que iniciou as investigações para apurar as circunstâncias do crime.

Na época, a suspeita chegou a fugir do local, mas foi identificada pelas autoridades. As diligências incluíram a coleta de imagens e depoimentos para fundamentar o inquérito policial.

Investigação

Com base nas provas reunidas, a Justiça condenou a madrasta pelo crime, fixando a pena em 12 anos e 6 meses de prisão em regime fechado. O caso envolveu violência contra menor de idade e teve repercussão no município.

Paralelamente ao processo criminal, a situação familiar que motivou o encontro — relacionada ao pedido de pensão alimentícia e reconhecimento paterno — segue em tramitação na esfera cível.

A Polícia Civil destacou que a apuração reuniu imagens, relatos e elementos técnicos para esclarecer o ocorrido e encaminhar o caso ao Judiciário.

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