A Seleção Brasileira não terá Raphinha no confronto contra a Escócia, na próxima quarta-feira (24), pela Copa do Mundo de 2026. O atacante sofreu uma lesão muscular na coxa direita e não tem prazo definido para retorno, após exames confirmarem o problema e a comissão técnica encaminhar o tratamento do jogador.
O problema aconteceu no último compromisso do Brasil na fase de grupos: a vitória por 3 a 0 sobre o Haiti. Na ocasião, Raphinha sentiu dores na parte posterior da coxa ainda durante o primeiro tempo e precisou ser substituído. Depois da partida, exames de imagem apontaram a lesão muscular, e a CBF confirmou que o atacante está fora da próxima rodada.
Com isso, o técnico Carlo Ancelotti precisa reorganizar o setor ofensivo para o duelo decisivo contra a Escócia e definir quem assume a função pelo lado direito do ataque.
Raphinha está fora contra a Escócia
A lesão muscular na coxa direita tira o atacante da partida desta quarta-feira (24). O jogador segue em tratamento com o departamento médico da Seleção e não tem previsão de retorno durante a competição.
Sem possibilidade de substituição na lista de convocados, o Brasil precisa ajustar o ataque com as peças já disponíveis no elenco.
Quem pode substituir Raphinha no ataque?
Sem Raphinha, o Brasil precisa recorrer a opções já disponíveis no elenco para o duelo contra a Escócia. A disputa pela vaga envolve jogadores com características diferentes e que já vinham sendo observados pela comissão técnica.
Gabriel Martinelli
Martinelli aparece como uma das principais opções. Atua pelos lados do campo, tem velocidade e intensidade tanto no ataque quanto na recomposição.
Luiz Henrique
Luiz Henrique surge como alternativa de profundidade e velocidade, podendo atuar aberto pela direita e manter amplitude no ataque brasileiro.
Rayan
Rayan aparece como opção recente utilizada pela comissão técnica, ganhando espaço após a saída de Raphinha no último jogo e sendo visto como alternativa de jogo vertical.
Endrick
Endrick surge como opção de mobilidade no ataque, podendo atuar pelos lados ou mais centralizado, dependendo do desenho tático da Seleção.
Neymar
Neymar também aparece como uma das alternativas ofensivas para o confronto. Com capacidade de criação e articulação no último terço do campo, pode mudar o perfil do ataque brasileiro.
O que muda no ataque da Seleção?
A ausência de Raphinha obriga a Seleção Brasileira a redesenhar o setor ofensivo para a partida contra a Escócia, considerando as características dos jogadores já disponíveis no elenco.
Com isso, a comissão técnica trabalha com diferentes combinações para o ataque, avaliando como manter intensidade pelos lados do campo e criatividade na construção das jogadas.
A definição da equipe que vai a campo contra a Escócia deve ser fechada nas horas que antecedem a partida de quarta-feira (24), após o último treino da Seleção.




