Uma fuga de preso no IJF, em Fortaleza, está sendo investigada após um detento internado sob escolta conseguir escapar do Instituto Dr. José Frota durante a madrugada do último domingo (5). O caso mobiliza autoridades e reacende o debate sobre protocolos de segurança em hospitais de alta complexidade que recebem pacientes sob custódia.
De acordo com informações confirmadas pelo próprio hospital, o paciente estava internado sob responsabilidade de escolta e deixou a unidade sem receber alta médica. A fuga ocorreu enquanto ele realizava procedimentos de higiene pessoal, momento em que teria acessado uma rota de saída dentro da unidade hospitalar.
Fuga de preso no IJF levanta alerta sobre segurança em hospital de referência em Fortaleza
As primeiras informações apontam que o detento utilizou uma janela localizada no banheiro, no terceiro andar do hospital, para deixar o local. A movimentação teria acontecido de forma rápida, sem tempo de reação da equipe de vigilância ou dos agentes responsáveis pela escolta.
O Instituto Dr. José Frota, referência em atendimentos de alta complexidade no Ceará, informou que a ocorrência foi comunicada imediatamente às autoridades competentes assim que a evasão foi identificada. O hospital também destacou que está colaborando com todas as etapas da investigação.
O episódio de fuga de preso no IJF chama atenção por ocorrer dentro de uma unidade hospitalar de grande porte, onde há fluxo constante de pacientes, profissionais de saúde e acompanhantes. Esse tipo de ocorrência exige protocolos rígidos de segurança e integração entre sistemas hospitalares e forças policiais.
Como ocorreu a fuga do paciente sob escolta no Instituto Dr. José Frota
Segundo as apurações iniciais, o ponto de saída utilizado pelo detento seria uma janela localizada no banheiro do terceiro andar. Ainda não há confirmação oficial sobre possíveis falhas estruturais ou operacionais que possam ter facilitado a evasão. Também não foram divulgadas informações sobre a identidade do fugitivo nem sobre seu estado de saúde antes da fuga. Até o momento, não há confirmação oficial de recaptura. A investigação deve analisar a rotina de monitoramento do paciente, a atuação da escolta e o acesso às áreas internas do hospital.




