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OPERAÇÃO

Polícia Federal investiga suspeita de corrupção eleitoral e coação de eleitores em Iguatu

Operação cumpriu mandado de busca e apreensão para reunir provas sobre suspeitas de corrupção eleitoral, ameaças, perseguição e coação de eleitores no município

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Polícia Federal investiga suspeita de corrupção eleitoral e coação de eleitores em Iguatu
Operação da Polícia Federal apura suspeita de compra de votos e coação de eleitores em Iguatu. Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (28), a Operação Eleições 2022 para aprofundar uma investigação sobre supostos crimes eleitorais cometidos durante as eleições gerais de 2022 em Iguatu, no Centro-Sul do Ceará. A ofensiva tem como foco apurar suspeitas de corrupção eleitoral em Iguatu, além de ameaças, perseguição e coação de eleitores.

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Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão domiciliar expedido pelo Juízo das Garantias do Núcleo da Zona Eleitoral de Iguatu. A medida tem como objetivo reunir provas que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos investigados.

Polícia Federal cumpre mandado em investigação sobre corrupção eleitoral em Iguatu

Segundo a Polícia Federal, a investigação busca esclarecer a suposta prática de corrupção eleitoral e de coação de eleitores durante o pleito de 2022 no município. Além desses crimes, outras condutas eventualmente identificadas ao longo da apuração também poderão ser incorporadas ao inquérito.

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O material apreendido durante o cumprimento do mandado será submetido à análise dos investigadores. A expectativa é que os documentos e equipamentos recolhidos possam auxiliar na identificação de possíveis envolvidos e na obtenção de novos elementos sobre o caso.

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A PF não informou quantas pessoas são alvo da investigação nem divulgou a identidade dos investigados.

Investigação apura suspeitas de ameaças, perseguição e coação de eleitores

De acordo com a corporação, as apurações envolvem suspeitas de práticas como corrupção eleitoral, ameaça, perseguição e coação de eleitores, condutas que, se comprovadas, podem configurar crimes previstos na legislação eleitoral e no Código Penal.

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A Polícia Federal ressaltou que o trabalho investigativo continua e que outras infrações eventualmente constatadas durante o andamento da investigação poderão ser incluídas no procedimento.

Os investigados poderão responder por crimes eleitorais e por delitos contra a liberdade individual, sem prejuízo da responsabilização por outras infrações que venham a ser identificadas ao longo da apuração.

Material apreendido será analisado pela Polícia Federal

A análise do material recolhido durante a operação será uma das próximas etapas da investigação. Segundo a PF, os itens apreendidos poderão fornecer informações relevantes para esclarecer as circunstâncias dos fatos e identificar outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, a corporação não divulgou detalhes sobre o conteúdo apreendido nem informou prazo para a conclusão das investigações.

A Operação Eleições 2022 integra as ações da Polícia Federal voltadas ao combate a crimes que possam comprometer a lisura do processo eleitoral, cabendo à investigação reunir elementos que confirmem ou afastem as suspeitas apuradas.


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