Duas mulheres foram presas após a Polícia Civil concluir uma investigação sobre o furto de aproximadamente R$ 10 mil em produtos de perfumaria e higiene pessoal de uma loja em Quixadá, no interior do Ceará. O crime aconteceu em abril e foi registrado por câmeras de segurança.
As imagens mostram quatro pessoas circulando pelo estabelecimento enquanto clientes e funcionários estavam no local. O grupo retira produtos das prateleiras e coloca os itens dentro de bolsas antes de deixar a loja.
Segundo a investigação, os suspeitos são três mulheres e um homem. Duas das mulheres foram identificadas e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça. Elas já estavam detidas por outro furto cometido em Fortaleza.
Os outros dois envolvidos no furto registrado em Quixadá ainda não foram localizados.
Suspeitos saíram de Fortaleza para praticar o furto
De acordo com as informações da investigação, o grupo alugou um carro em Fortaleza no dia do crime e seguiu até Quixadá para cometer o furto.
As duas cidades ficam a cerca de 170 quilômetros de distância. Após chegarem ao município, os suspeitos entraram na loja e retiraram os produtos enquanto o estabelecimento funcionava normalmente.
O material levado era composto por produtos de perfumaria e higiene pessoal. O prejuízo estimado foi de aproximadamente R$ 10 mil.
A Polícia Civil investigou a participação dos quatro suspeitos e, após a conclusão do procedimento, a Justiça determinou a prisão preventiva de duas mulheres.
Cristiana Cardoso de Lima Galdino e Rosimeire Rodrigues Uchoa já estavam presas por outro caso de furto ocorrido em Fortaleza quando os mandados relacionados ao crime de Quixadá foram cumpridos, no dia 10 de agosto.
Duas suspeitas já estavam presas por outro furto
A prisão das duas mulheres ocorreu após outro caso investigado pela polícia.
Em maio deste ano, depois do furto registrado em Quixadá, Cristiana e Rosimeire foram capturadas em Fortaleza. Segundo as informações apresentadas no caso, elas foram flagradas após furtarem 180 pacotes de café de um supermercado localizado no bairro Henrique Jorge.
As duas foram presas em flagrante e, posteriormente, tiveram as prisões convertidas em preventivas pela Justiça.
Foi durante a investigação relacionada ao caso de Quixadá que as suspeitas também foram apontadas como envolvidas no furto ocorrido na loja de perfumaria.
A Polícia Civil informou que as duas possuem antecedentes relacionados a crimes semelhantes. Somadas, elas respondem a dez ocorrências de furto em diferentes municípios do Ceará, conforme os dados apresentados pela investigação.
Suspeitas respondem a outros processos
Rosimeire Rodrigues Uchoa possui, segundo as informações do caso, duas condenações definitivas por furto qualificado. Ela respondia em liberdade às penas, que somavam mais de quatro anos de prisão.
Além das condenações, Rosimeire responde a outros seis processos relacionados a crimes como tentativa de furto qualificado, roubo majorado, furto qualificado, associação criminosa e furto simples.
Já Cristiana Cardoso de Lima Galdino possui duas condenações definitivas, pelos crimes de receptação e furto qualificado.
Ela também respondia em liberdade às sentenças, que somavam mais de dois anos de prisão. Além das condenações, Cristiana responde a outros três processos por furto.
Os antecedentes foram considerados no contexto das investigações e dos procedimentos judiciais relacionados às suspeitas.
Outros dois envolvidos seguem foragidos
Apesar da identificação e prisão preventiva das duas mulheres, a investigação ainda não resultou na localização de todos os envolvidos no furto em Quixadá.
Segundo a Polícia Civil, outros dois suspeitos continuam foragidos. As imagens registradas dentro da loja podem ajudar na identificação dos demais integrantes do grupo.
A Delegacia de Polícia Civil de Quixadá orienta que pessoas que reconheçam algum dos suspeitos procurem a unidade para repassar informações.
As denúncias podem ser feitas pelos telefones (88) 3445-1047 e (88) 2113-0545.
A orientação é que informações sobre os suspeitos sejam encaminhadas às autoridades responsáveis, contribuindo para a localização dos dois envolvidos que ainda não foram presos.




