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DECISÃO

TST encerra greve dos funcionários da Caixa e define regras para compensação

O TST decidiu por unanimidade pelo encerramento imediato da paralisação, iniciada em 10 de setembro. Os dias parados deverão ser compensados, sem desconto salarial, conforme a decisão.

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TST encerra greve dos funcionários da Caixa e define regras para compensação
Funcionários da Caixa devem voltar ao trabalho após decisão do TST sobre greve. Foto: Reprodução

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou o fim imediato da greve dos funcionários da Caixa Econômica Federal nesta terça-feira (29). A paralisação, iniciada em 10 de setembro, foi considerada não abusiva, e os dias parados deverão ser compensados em até 180 dias para evitar desconto nos salários.

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A decisão foi tomada por unanimidade pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) e acompanhou o voto do relator, ministro Maurício Godinho Delgado, com ajustes definidos durante o julgamento. Os funcionários deverão retornar às atividades imediatamente ou, no máximo, nesta quarta-feira (30).

TST determina fim da greve da Caixa

Durante o julgamento, o relator determinou o encerramento da paralisação nacional dos bancários da Caixa. O movimento teve como um dos principais pontos de conflito as regras do Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários.

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Com a decisão, os trabalhadores terão de retomar as atividades. O TST estabeleceu que a compensação dos dias parados poderá ocorrer no prazo de até 180 dias, evitando o desconto dos valores correspondentes aos períodos de paralisação.

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O ministro Maurício Godinho também afirmou durante a sessão que a continuidade da greve após a determinação judicial poderia caracterizar descumprimento da ordem.

Saúde Caixa terá reajuste de 4,6%

Além de determinar o encerramento da greve, o TST definiu reajuste de 4,6% para o Saúde Caixa. A decisão mantém as regras de coparticipação e o teto de contribuição do plano.

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O percentual foi um dos pontos definidos no julgamento do dissídio coletivo apresentado no contexto da paralisação.

Funcionários da Caixa terão reajuste salarial

O julgamento também estabeleceu reajuste salarial pelo INPC acrescido de 0,6% de aumento real para salários e benefícios. Com isso, o índice chega a 4,6%, mesmo percentual aplicado ao convênio de saúde.

A regra terá validade a partir de 1º de setembro. O acordo coletivo firmado no julgamento terá duração de dois anos, abrangendo o período de 2026 a 2028.

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Quando os funcionários da Caixa devem voltar ao trabalho?

A determinação do TST prevê retorno imediato após o julgamento ou, no máximo, nesta quarta-feira (30).

A greve dos funcionários da Caixa havia começado em 10 de setembro e alcançado unidades do banco em diferentes partes do país. Durante a paralisação, a categoria e a instituição discutiram questões relacionadas às condições de trabalho, remuneração e ao plano de saúde.

Com a decisão desta terça-feira, a greve é encerrada e os trabalhadores deverão cumprir as regras estabelecidas pelo tribunal, incluindo a compensação dos dias parados.

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A decisão também definiu as condições econômicas que passam a valer para a categoria no período do novo acordo coletivo, incluindo os reajustes de salários, benefícios e do Saúde Caixa.


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