PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Ceará amplia pontes com mercados internacionais durante o Siará Tech Summit

Ambiente de inovação e networking pode aproximar startups locais de parceiros, instituições e oportunidades fora do Brasil

Compartilhe
Ceará amplia pontes com mercados internacionais durante o Siará Tech Summit
Espaço destinado à internacionalização no Siará Tech Summit – Foto: Sebrae/CE

Mais do que reunir empresas, investidores e especialistas em tecnologia, o Siará Tech Summit pode funcionar como um ponto de aproximação entre negócios cearenses e mercados internacionais. A avaliação é de Décio Simões Pereira, vice-presidente de Inovação, Tecnologia e Educação da Câmara Brasil Portugal no Ceará, que destaca o papel das conexões criadas no evento para empresas interessadas em iniciar processos de internacionalização.


Leia também: Atriz Pilly Calvin morre aos 74 anos após mais de cinco décadas dedicadas à arte

Segundo ele, um dos primeiros passos é conseguir identificar negócios que já tenham interesse em acessar outros mercados e, a partir dessa disposição, ajudá-los a entender que internacionalização exige preparação, estratégia e conhecimento do ambiente onde pretendem atuar. “A internacionalização é um instrumento, mas tem que ter método. A ideia é desmistificar esse processo e mostrar para as empresas que esse mercado está mais próximo do que parece”, afirma.


Para Décio, os principais desafios não estão necessariamente na distância, mas nas diferenças culturais, regulatórias e comerciais. Mesmo em mercados com proximidade linguística, como Portugal, é preciso compreender como o produto ou serviço se encaixa na realidade local. “O que existe são desafios, principalmente de cultura e de regulação de mercado. Mas, com método, esses desafios podem ser vencidos. O papel de ambientes como o Siará Tech Summit é justamente trazer para perto aquilo que muitas empresas ainda enxergam como distante”, explica.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE


Portugal aparece, nesse cenário, como uma possível porta de entrada para empresas que desejam acessar o mercado europeu. Antes de qualquer movimento, no entanto, Décio recomenda a realização de estudos de aderência do produto. “O primeiro passo que recomendamos é o ‘market fit’, um estudo para entender se aquilo que a empresa vende tem aderência à cultura e ao mercado europeu. Depois disso, entram as conexões com instituições, órgãos e parceiros que podem facilitar esse processo”, diz.


PUBLICIDADE

Na avaliação dele, eventos como o STS ajudam justamente a encurtar esse caminho. “Muitas vezes, a internacionalização não é complexa. O complexo é chegar até a pessoa certa. Quando você tem uma rede de relacionamento e consegue criar essas conexões, o processo fica mais acessível e o que estamos vendo no Siará Tech Summit é justamente essa integração de interesses diversos.”


Décio também destacou o potencial no amadurecimento do ecossistema cearense de startups, especialmente entre empresas com modelos escaláveis e atuação B2B. Para ele, a combinação entre infraestrutura tecnológica, capacidade empreendedora e redes de contato amplia as possibilidades de negócios locais olharem para fora do país. “Se a empresa já tem infraestrutura, um modelo escalável e uma rede de relacionamento, fica muito mais fácil pensar em outros mercados. E é esse tipo de conexão que um ambiente como o Siará Tech Summit pode ajudar a construir”, conclui.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE


Leia também
Atriz Pilly Calvin morre aos 74 anos após mais de cinco décadas dedicadas à arte
LUTO
Atriz Pilly Calvin morre aos 74 anos após mais de cinco décadas dedicadas à arte
20 de out. de 2026 - 10:38
Eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira (20); veja as exceções
ELEIÇÕES 2026
Eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira (20); veja as exceções
20 de out. de 2026 - 10:35
Ação da PF contra lavagem de dinheiro prende duas pessoas em Itapipoca, no Ceará
INVESTIGAÇÃO
Ação da PF contra lavagem de dinheiro prende duas pessoas em Itapipoca, no Ceará
20 de out. de 2026 - 10:27