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4 tendências para o RH em 2024

Tecnologia, cultura organizacional e nova geração de colaboradores estão entre os pontos de atenção para o setor de Recursos Humanos no próximo ano

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4 tendências para o RH em 2024
Imagem: freepik

As relações de trabalho continuam em constante mudança, e com elas o setor de Recursos Humanos tem de estar mais preparado do que nunca para adaptar-se às novas situações apresentadas. De acordo com uma pesquisa da Gartner, realizada com 500 líderes de RH de 40 países, cerca de 75% apontaram que seus gerentes ficam sobrecarregados com o crescimento de suas responsabilidades profissionais, o que afeta diretamente o andamento da empresa como um todo

Diante de um cenário econômico global incerto, e a velocidade em que a tecnologia avança na sociedade, o que inclui os processos dentro das organizações e respectivamente o setor de Recursos Humanos, algumas tendências devem nortear 2024, como:

  • Tecnologia e RH:

A tecnologia mostrou-se um agente definitivo de todos os elementos presentes na sociedade contemporânea. Inteligência Artificial, Big Data e IoT (Internet das Coisas) são apenas alguns dos exemplos que passaram a fazer parte da rotina dos seres humanos, e também das empresas.

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Com o home-office, as empresas passaram a também ter que criar mecanismos para que os funcionários registrem sua rotina de trabalho, sem a necessidade de um ato físico, como encostar a digital ou inserir um cartão para confirmar a presença do mesmo, como costumeiramente é realizado em grandes empresas.

Mesmo com o retorno às atividades presenciais, e um modelo mais híbrido de rotina, as modificações tecnológicas impulsionadas durante o período ainda permanecem muito presentes e deve-se manter assim em 2024.

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  • Cultura Organizacional

Parte importante da rotina de qualquer empresa e da criação de um ambiente saudável para os colaboradores é a cultura organizacional. A partir dela, as diretrizes, valores e normas são definidos para criar a identidade de uma companhia.

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“É vital que qualquer empresa possua uma cultura organizacional bem definida, e mais do que isso, que os colaboradores entendam e pratiquem esses valores dentro do trabalho, para que o ambiente torne-se saudável para todos os envolvidos, e o setor de Recursos Humanos está diretamente ligado à construção e estabilidade desta cultura nas empresas”, explica Marcelo Gomes, CEO da Nexti, empresa de soluções tecnológicas para RH.

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  • Nova geração de colaboradores

Segundo o Instituto de Estudos Previdenciários e Tributários, o número de aposentados, pensionistas e beneficiários do Instituto do Seguro Nacional (INSS) está na casa dos 39 milhões de brasileiros. Com o natural ciclo de envelhecimento dos colaboradores, as novas gerações de trabalhadores passam a cada vez mais dominar essas posições no mercado de trabalho.

Os ‘Millenals’ e ‘Zenials’, gerações que vão de pessoas nascidas no início dos anos 80 até o fim da década de 2010, trazem uma nova perspectiva própria de trabalho para o mercado. Se antes, as pessoas costumeiramente passavam anos e anos no mesmo trabalho, essas gerações passaram a se preocupar com melhores oportunidades de salário, valorização e saúde mental, com o lazer tendo grande importância na rotina.

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Toda esta mudança estrutural de pensamento proveniente do trabalhador faz com que o setor de RH deva estar preparado para manter o mesmo motivado, com ações que beneficiem e tragam ao ambiente profissional uma melhor cooperação entre todos os envolvidos. Evitando assim a rotatividade presente nas empresas e que impacta diretamente na produtividade de novos colaboradores, além de prejudicar a curva de aprendizagem e adaptação dos mesmos.

  • Engajamento de funcionários

De acordo com o relatório da Gallup, em estudo realizado de abril de 2022 a março de 2023 em 160 países, 77% dos colaboradores não se sentem desengajados no emprego e 51% estão à procura de novas oportunidades.

No Brasil o cenário não é muito diferente, com 72% dos funcionários não engajados ao atual ambiente de trabalho. “Soluções que possibilitam a aproximação do colaborador como membro ativo das ações das instituições colabora com a criação da sensação de pertencimento e reflete em mais engajamento entre os colaboradores”, finaliza Marcelo.

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