Os dados são divulgados pela FUNDACENTRO, órgão atrelado ao Ministério do Trabalho. Segundo a pesquisa, treinamentos e palestras motivacionais aumentam a qualidade de vida de uma equipe de trabalho, além de melhorar também o ambiente relacional dentro da empresa. Os dados apontam que 3% dizem que o espaço físico possibilita um certo nível de motivação; outros 3% o líder representa essa figura motivacional. Já 7% apontam para seus colegas de trabalho; 10% as novas oportunidades no trabalho; 12% a remuneração; 20% as atividades que executa, ou seja, o número dos que estão felizes com o serviço que exercem não é muito positivo. Contudo, 45% desses trabalhadores afirmam que a experiência de aprendizado e crescimento pessoal é o que os motiva. Kiko Kislansky, escrito, professor, educador e palestrante foca o seu trabalho e missão com bastante intensidade na temática do propósito de vida.
Uma das ferramentas para desenvolver na concretude da vida esse dado, Kislansky fala muito do autoconhecimento, ou seja, da capacidade de se preparar, buscar, conhecer, experimentar afim de poder evoluir sempre. “Somente quando conhecemos nossos verdadeiros motivos para agir e viver, acessamos a potência máxima da motivação. É através do autoconhecimento que despertamos para o nosso propósito existencial, descobrindo nossos talentos, valores e paixões. Com autoconhecimento, construímos uma jornada de dentro pra fora, e não de fora pra dentro, pois passamos a valorizar a nossa singularidade e coloca-la à serviço do bem comum através do nosso trabalho”, confirma ele.
Mesmo com o empreendedorismo em alta, muitas pessoas sonham em empreender ou em seguir seus próprios sonhos, mas travam em questões pessoais de baixa autoestima e de não confiança em si mesmo. Kislansky afirma que nessas situações podemos pensar em trabalhar sobre os medos que cada um carrega e que acabam travando o nosso projeto. “Por trás de qualquer paralisia diante da vida, existe um medo do nosso ego. Todos nós temos um ego e nosso ego tem medo. Medo de morrer, medo de não ser amado, medo de não ser reconhecido, medo de não pertencer, medo de ser abandonado. Portanto, precisamos gerenciar nossos medos, construindo crenças impulsionadoras e ressignificando experiências passadas que alimentam estes medos. A meditação também é uma grande aliada da dissolução dos medos, pois nos reconecta com o momento presente e o estado de plenitude, que naturalmente está desassociado do estado de medo e insegurança”. E, para nos ajudar a construir esse espírito de liderança que pode ser desenvolvido e aperfeiçoado em cada um de nós, Kiko deixa para nós uma listinha com três importantes dicas que podem nos ajudar a trabalhar em nossa a liderança. Confira:
1). Ter atenção ao que precisa ser feito: É importante perceber que liderar é diferente de gerir. Uma coisa é gestão e outra coisa é liderança. Existem estas duas dimensões. A gestão está mais ligada ao pragmatismo, ou seja, ao que precisa ser feito e como deve ser feito. 2). Cuidar do seu dado emocional: A liderança está ligada ao lado mais emocional, ou seja, ao propósito e as relações humanas. Precisamos equilibrar estes dois polos para fazer nossos projetos prosperarem. 3). Despertar para o próprio propósito de vida: Para despertar a dimensão da liderança, precisamos despertar para o nosso propósito de vida, nosso desejo de fazer a diferença, e construir conexões profundas e genuínas com pessoas que compartilham dos nossos valores e visão de mundo.






