Nesta terça-feira (1º), uma comissão, formada por representantes da saúde do estado e do município de Fortaleza, vai se reunir para avaliar o possível cancelamento da exigência do termo de vacinação para os professores.
Nesse documento, o profissional concorda em só receber a dose depois de garantir que vai voltar às aulas presenciais. Uma condição que vem sendo criticada, duramente, por entidades sindicais, professores, parlamentares e provocou até manifestação no final de semana.
A vacinação para professores em todo do Estado do Ceará teve início no último sábado (29). Houve intenso fluxo de pessoas em diversos pontos de vacinação de Fortaleza, como o Centro de Eventos.
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De acordo com o governador Camilo Santana, a expectativa é de que todos os profissionais de Educação sejam vacinados até julho deste ano, para que as aulas sejam retomadas no segundo semestre.
O tema foi destaque na edição desta segunda-feira (31) do Jornal da Cidade, da TV Cidade. Na reportagem, professores criticaram a exigência da assinatura da vacina. O presidente do Sindicato dos Professores e Servidores da Educação e Cultura do Ceará (Apeoc), Anízio Melo, explicou que os professores foram orientados a não assinar o termo e cobrou uma reposta do Governo do Estado.
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"O secretário estadual de saúde, Dr. Cabeto, se comprometeu a rever essa posição. Esperamos que possamos ser atendidos", afirmou. Confira:




