Moradores do bairro Picuí, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, localizaram um corpo decapitado boiando nas águas do Rio Ceará no início da tarde desta segunda-feira (23). O achado provocou reação imediata de susto entre os populares, que deixaram o local e acionaram a Polícia Militar.
Segundo relatos de residentes da região, o corpo foi avistado por pessoas que transitavam nas proximidades do rio. A situação gerou apreensão e mobilizou rapidamente as forças de segurança pública.
Ocorrência mobiliza forças de segurança na região
Uma equipe do 26º Batalhão da Polícia Militar foi enviada ao local após o chamado. Ao chegarem, os agentes confirmaram a ocorrência e realizaram o isolamento da área para garantir a preservação da cena até a chegada dos órgãos responsáveis pela investigação.
Equipes da Polícia Civil e da Perícia Forense do Estado do Ceará foram acionadas e iniciaram os primeiros procedimentos no local. O trabalho incluiu levantamentos iniciais e análise da cena, que devem subsidiar o inquérito policial.
Até o momento, o corpo não foi identificado oficialmente. As autoridades informaram ainda que a cabeça da vítima não foi encontrada nas proximidades, o que pode dificultar o processo de identificação.
Corpo decapitado no Rio Ceará em Caucaia segue sem identificação
As circunstâncias do caso ainda são desconhecidas, e a investigação está em fase inicial. A polícia informou que não descarta a possibilidade de o corpo encontrado ter relação com o desaparecimento de um entregador registrado recentemente na região. No entanto, essa hipótese ainda não foi confirmada.
O caso será conduzido pelas autoridades competentes, que devem aprofundar as investigações a partir de evidências coletadas no local, exames periciais e possíveis informações repassadas pela população.
A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará reforça que a colaboração popular pode ser fundamental para o esclarecimento do caso. Informações que possam ajudar nas investigações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque-Denúncia, pelo número 181.
Também é possível contribuir através do WhatsApp da SSPDS, no número (85) 3101-0181, enviando mensagens, áudios, vídeos ou fotografias.




