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ELEIÇÕES 2026

Como estão as pesquisas para o Senado em 2026? Veja a distribuição por partido

Levantamento baseado em agregados estaduais reúne os dois candidatos mais bem posicionados em cada unidade da Federação e mostra quais partidos concentram mais nomes nas primeiras posições

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Pesquisa para senador 2026: veja quem está na frente em cada estado
Eleitores escolherão dois nomes para o Senado em outubro; veja os levantamentos mais recentes nos estados e como está a disputa pelas 54 vagas Foto: GCMAIS.

As pesquisas para o Senado em 2026 mostram uma disputa bastante pulverizada pelas 54 vagas que estarão em jogo nas eleições. A fotografia mais recente, considerando agregados das pesquisas estaduais, aponta o PL como o partido com maior número de candidatos entre os dois primeiros colocados nas unidades da Federação, seguido por MDB e PT.

Como cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores em 2026, uma forma de comparar a força atual dos partidos é observar quais legendas ocupam as duas primeiras posições nos agregados estaduais. O levantamento, entretanto, não deve ser interpretado como uma previsão definitiva de cadeiras. As disputas permanecem abertas em diversos estados, e novas pesquisas podem modificar as posições até a eleição.

Leia também: Quem está na frente para presidente no segundo turno? Veja as últimas pesquisas

Como está a distribuição das vagas para o Senado por partido?

Considerando os dois candidatos mais bem posicionados atualmente em cada uma das 27 unidades da Federação, a fotografia das 54 posições é:

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PL: 12

MDB: 8

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PT: 7

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União Brasil: 5

PP: 4

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PSB: 4

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PSD: 4

Podemos: 2

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PDT: 2

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Republicanos: 2

Novo: 2

Rede: 1

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PSOL: 1

Total: 54

O PL aparece, portanto, na liderança nacional dessa fotografia, com candidatos ocupando 12 das 54 posições consideradas. O MDB vem em seguida, com oito, enquanto o PT soma sete. União Brasil ocupa cinco posições, e PP, PSB e PSD aparecem com quatro cada.

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Essa distribuição representa as posições ocupadas atualmente nos agregados das pesquisas para o Senado, e não uma projeção direta de quantas cadeiras cada legenda conquistará nas urnas.

PL cresce e MDB perde posições

A comparação com uma fotografia das pesquisas disponível no início de agosto mostra mudanças importantes na distribuição partidária. Naquele momento, o MDB aparecia com 11 candidatos entre as 54 primeiras posições, enquanto o PL tinha 10. O PT aparecia com sete, PP com seis, PSB com quatro, União Brasil com quatro e Republicanos com três.

Na fotografia mais atual, o PL passou de 10 para 12 posições. O MDB caiu de 11 para oito, enquanto o PT permaneceu com sete. O PP passou de seis para quatro, e o União Brasil avançou de quatro para cinco.

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A comparação deve ser entendida como uma indicação da movimentação do cenário eleitoral entre as duas fotografias. Mudanças nas intenções de voto, entrada de novos levantamentos nos agregados e diferenças metodológicas entre pesquisas podem alterar a posição dos candidatos em cada estado.

Quem lidera as pesquisas para senador nos estados?

A fotografia dos dois nomes mais bem posicionados atualmente nos agregados de pesquisas de cada unidade da Federação é a seguinte:

Acre: Gladson Camelí (PP) e Márcio Bittar (PL)

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Alagoas: Arthur Lira (PP) e Renan Calheiros (MDB)

Amazonas: Eduardo Braga (MDB) e Wilson Lima (União Brasil)

Amapá: Randolfe Rodrigues (PT) e Rayssa Furlan (Podemos)

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Bahia: Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT)

Ceará: Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede)

Distrito Federal: Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)

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Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB) e Rose de Freitas (MDB)

Goiás: Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil)

Maranhão: Roseana Sarney (MDB) e Weverton Rocha (PDT)

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Minas Gerais: Marília Campos (PT) e Domingos Sávio (PL)

Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)

Mato Grosso: Mauro Mendes (União Brasil) e Janaina Riva (MDB)

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Pará: Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União Brasil)

Paraíba: João Azevêdo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos)

Pernambuco: Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT)

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Piauí: Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD)

Paraná: Alexandre Curi (Republicanos) e Deltan Dallagnol (Novo)

Rio de Janeiro: Benedita da Silva (PT) e Pedro Paulo (PSD)

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Rio Grande do Norte: Zenaide Maia (PSD) e Styvenson Valentim (Podemos)

Rondônia: Fernando Máximo (PL) e Sílvia Cristina (PP)

Roraima: Helena da Asatur (PSD) e Nicoletti (PL)

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Rio Grande do Sul: Marcel van Hattem (Novo) e Manuela d'Ávila (PSOL)

Santa Catarina: Carlos Bolsonaro (PL) e Carol de Toni (PL)

Sergipe: André Moura (União Brasil) e Rogério Carvalho (PT)

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São Paulo: Guilherme Derrite (PP) e Simone Tebet (PSB)

Tocantins: Alexandre Guimarães (MDB) e Eduardo Gomes (PL)

A relação permite observar não apenas quais partidos concentram mais candidatos nas primeiras posições, mas também onde uma mesma legenda aparece atualmente com possibilidade de disputar as duas cadeiras disponíveis.

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Em quais estados o PL está mais forte para o Senado?

Parte da vantagem do PL na fotografia nacional ocorre porque o partido aparece com dois candidatos simultaneamente nas duas primeiras posições em alguns estados.

No Distrito Federal, Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ocupam as duas primeiras colocações no agregado considerado. O mesmo cenário ocorre em Mato Grosso do Sul, com Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, e em Santa Catarina, com Carlos Bolsonaro e Carol de Toni, embora as disputas permaneçam competitivas com candidatos de outras legendas.

Além dessas unidades da Federação, o PL aparece entre os dois primeiros no Acre, com Márcio Bittar; em Goiás, com Gustavo Gayer; em Minas Gerais, com Domingos Sávio; em Rondônia, com Fernando Máximo; em Roraima, com Nicoletti; e no Tocantins, com Eduardo Gomes.

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Essa presença em diferentes regiões ajuda a explicar por que o partido passou a ocupar 12 das 54 posições consideradas na fotografia atual.

Como está o PT nas pesquisas para o Senado?

O PT aparece com sete das 54 posições consideradas, mantendo a mesma quantidade observada na fotografia do início de agosto.

A Bahia representa o cenário de maior concentração partidária. Rui Costa e Jaques Wagner aparecem nas duas primeiras posições, colocando dois nomes do PT entre os candidatos atualmente mais bem posicionados para as duas cadeiras disponíveis no estado.

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A legenda também aparece entre os dois primeiros no Amapá, com Randolfe Rodrigues; em Minas Gerais, com Marília Campos; em Pernambuco, com Humberto Costa; no Rio de Janeiro, com Benedita da Silva; e em Sergipe, com Rogério Carvalho.

Em Minas Gerais, Marília Campos aparece em posição de destaque, enquanto a disputa pelas duas cadeiras permanece competitiva com outros candidatos.

Como está o MDB na disputa pelo Senado?

Embora tenha passado de 11 para oito posições em relação à fotografia anterior, o MDB continua sendo um dos partidos com maior presença territorial entre os primeiros colocados nos agregados estaduais.

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A legenda aparece entre os dois primeiros em Alagoas, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí e Tocantins. Entre os nomes estão Renan Calheiros, Eduardo Braga, Rose de Freitas, Roseana Sarney, Janaina Riva, Helder Barbalho, Marcelo Castro e Alexandre Guimarães.

A diferença em relação ao PL está principalmente na concentração das posições. Enquanto o PL aparece com dois candidatos simultaneamente entre os primeiros em algumas unidades da Federação, os oito nomes do MDB estão distribuídos por oito estados diferentes.

Disputa pelo Senado ainda está aberta em vários estados

A presença de um candidato entre os dois primeiros colocados no agregado não significa que a cadeira esteja definida. Em vários estados, as diferenças entre segundo, terceiro e até quarto colocados são pequenas ou aparecem dentro das margens de erro dos levantamentos utilizados para compor o cenário.

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No Ceará, por exemplo, Cid Gomes aparece em situação mais confortável, enquanto Luizianne Lins e Capitão Wagnerdisputam espaço pela outra vaga. São Paulo também apresenta uma disputa bastante aberta, com Guilherme Derrite, Simone Tebet, André do Prado e Marina Silva aparecendo competitivos em diferentes levantamentos.

No Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem, Manuela d'Ávila, Sanderson e Paulo Pimenta estão entre os nomes que disputam as duas cadeiras, com variações importantes conforme os levantamentos incorporados ao cenário.

Essas situações ajudam a demonstrar por que a distribuição partidária das primeiras posições deve ser interpretada como uma fotografia do momento, sujeita a mudanças até a eleição.

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Qual é a projeção de vagas para o Senado em 2026?

Há uma segunda maneira de analisar o cenário além de simplesmente considerar como eleitos os dois candidatos que aparecem atualmente nas primeiras posições de cada estado. O próprio modelo utilizado no levantamento faz uma projeção estatística para as 54 vagas em disputa em 2026, levando em conta as probabilidades de diferentes resultados nas corridas estaduais.

Nesse cálculo, a estimativa central para as 54 cadeiras que serão renovadas é:

PL: 11

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União Brasil/PP: 8

MDB: 7

PT-PCdoB-PV: 7

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PSD: 5

PSB: 4

Republicanos: 3

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Podemos: 2

PDT: 2

Novo: 2

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PSOL/Rede: 2

PSDB/Cidadania: 1

A diferença em relação à contagem dos dois primeiros colocados ocorre principalmente por causa das disputas mais apertadas. Em vez de simplesmente congelar a ordem atual dos candidatos, o modelo simula milhares de resultados e considera a probabilidade de cada concorrente ultrapassar os adversários até a eleição.

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A projeção oferece, portanto, uma leitura diferente da fotografia atual. O PL aparece como a legenda individual com maior possibilidade de conquistar vagas em 2026, mas o cenário não indica uma onda uniforme em favor de um único partido. A disputa permanece bastante pulverizada entre diferentes forças políticas.

Como pode ficar o Senado a partir de 2027?

Para projetar como pode ficar o Senado a partir de 2027, é necessário ir além das 54 cadeiras que estarão em disputa nas eleições de 2026. Os outros 27 senadores eleitos em 2022 possuem mandato de oito anos e permanecerão na Casa.

Considerando esses 27 parlamentares e a projeção estatística para as 54 vagas de 2026, o cenário atual colocaria o PL com 21 cadeiras no Senado.

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A projeção para os principais partidos e grupos partidários ficaria:

PL: 21 cadeiras

União Brasil/PP: 13 cadeiras

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PT-PCdoB-PV: 11 cadeiras

MDB: 8 cadeiras

PSD: 7 cadeiras

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Republicanos: 7 cadeiras

PSB: 5 cadeiras

As demais cadeiras ficariam distribuídas entre outras legendas e federações representadas na Casa.

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Nesse cenário, o PL teria a maior bancada individual do Senado a partir de 2027, mas permaneceria distante de controlar sozinho a Casa. A maioria absoluta exige 41 das 81 cadeiras, patamar que nenhum partido ou grupo partidário considerado isoladamente alcançaria nessa projeção.

A composição reforça uma das características centrais reveladas pelo levantamento. Mesmo com o PL aparecendo como a legenda individual com maior possibilidade de conquistar vagas, não há uma concentração uniforme do Senado em torno de um único partido. A Casa permaneceria bastante fragmentada, fazendo com que alianças entre diferentes bancadas continuassem decisivas para a formação de maiorias.

Quantas vagas para senador estão em disputa em 2026?

As eleições de 2026 renovarão dois terços do Senado Federal. Serão escolhidos 54 senadores, dois por estado e dois pelo Distrito Federal.

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Cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes para o Senado. Os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação serão eleitos para mandatos de oito anos.

Os outros 27 senadores, escolhidos nas eleições de 2022, continuarão exercendo os mandatos e somente terão as cadeiras novamente colocadas em disputa em 2030.

Por isso, a distribuição partidária das 54 posições analisadas nas pesquisas de 2026 não corresponde automaticamente ao tamanho das bancadas no Senado a partir de 2027. A composição completa da Casa dependerá da combinação entre os 54 senadores eleitos em 2026 e os 27 parlamentares com mandato iniciado após as eleições de 2022.

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