PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
INVESTIGAÇÃO

Caso Isabelle Caracristi: veja a cronologia da morte e os principais desdobramentos

Estudante de Direito, de 22 anos, morreu após queda do 23º andar de condomínio na Aldeota; investigação reúne imagens, perícias, depoimentos e aparelhos eletrônicos

Compartilhe
Caso Isabelle Caracristi: veja a cronologia da morte e os principais desdobramentos
Isabelle foi encontrada morta em um condomínio no bairro Aldeota, em Fortaleza, na última semana. A polícia investiga a atuação de João Munhoz Neto, que era namorado dela. Foto: Reprodução

O caso envolvendo a morte da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos, passou por diferentes etapas desde a noite de 13 de setembro, quando ela morreu após uma queda do 23º andar de um condomínio na Aldeota, em Fortaleza. A investigação reúne imagens de câmeras de segurança, perícias, depoimentos, aparelhos eletrônicos e informações sobre o relacionamento dela com João Munhoz Neto, de 34 anos.

Ao longo dos dias seguintes, novos elementos foram incorporados à apuração. Entre eles estão relatos de familiares, um áudio atribuído à estudante, depoimentos de pessoas que estavam no condomínio na noite da morte, informações sobre uma câmera retirada da porta do apartamento, diligências envolvendo familiares de João e a prisão preventiva dele.

Leia também: Cinco homens são presos suspeitos de duplo homicídio em Fortaleza

A perícia apontou que Isabelle sofreu uma precipitação voluntária a partir do rooftop do prédio, caracterizando suicídio segundo a conclusão técnica divulgada. A Polícia Civil, porém, continua investigando as circunstâncias que antecederam a queda e apura se houve eventual participação de terceiros, inclusive diante da hipótese de induzimento ou instigação ao suicídio considerada no processo que levou à prisão de João.

PUBLICIDADE

Como começou a relação entre Isabelle Caracristi e João Munhoz

Isabelle conheceu João Munhoz Neto em um escritório de correspondência jurídica onde os dois trabalhavam. Segundo informações relatadas pela família da estudante, ela começou a trabalhar no local no início de julho e posteriormente passou a atuar diretamente com João.

PUBLICIDADE

O próprio João afirmou, em depoimento à Polícia Civil, que a relação começou inicialmente no ambiente profissional e evoluiu para um namoro. Segundo a versão apresentada por ele, os dois ficaram juntos por pouco mais de um mês.

Um dos pontos abordados no depoimento foi a situação conjugal de João. Ele afirmou que ainda era formalmente casado quando começou a se relacionar com Isabelle, embora estivesse separado de fato e já houvesse um processo de divórcio em andamento.

PUBLICIDADE

João declarou que, no início, escondeu de Isabelle que ainda era formalmente casado por receio da reação dela. Segundo ele, posteriormente a estudante tomou conhecimento da situação.

PUBLICIDADE

O relacionamento também foi mencionado pelo advogado Rudá Bezerra de Carvalho, chefe dos dois no escritório. Por meio do advogado Leandro Vasques, Rudá afirmou que Isabelle havia relatado desconforto com a dinâmica profissional envolvendo João.

Segundo a declaração de Leandro à TV Cidade Fortaleza, Isabelle teria dito que se sentia “sufocada” no ambiente de trabalho. O chefe chegou a determinar um afastamento físico entre os dois e mudou a posição dos computadores para evitar que permanecessem constantemente próximos.

PUBLICIDADE

Isabelle deixou o escritório em 17 de agosto, alegando questões pessoais. Depois disso, segundo o relato apresentado pelo advogado de Rudá, João teria solicitado algumas vezes que ela fosse readmitida, mas o pedido não foi aceito. Na mesma época, João passou a trabalhar em regime de home office.

PUBLICIDADE

O que aconteceu no dia da morte de Isabelle

No domingo, 13 de setembro, Isabelle passou parte do dia com a mãe, segundo o relato da família. A professora afirmou que a filha reclamava de dores no pescoço e recebeu um relaxante muscular.

Posteriormente, Isabelle informou que iria a uma missa e a uma procissão acompanhada do namorado e de familiares dele.

PUBLICIDADE

Imagens de segurança apresentadas pela TV Cidade Fortaleza ajudam a estabelecer parte da movimentação daquele dia. De acordo com o horário exibido pela câmera, Isabelle chegou ao condomínio por volta das 17h59, pouco antes das 18h.

João foi ao encontro dela na portaria. Os dois entraram no prédio e seguiram para o apartamento. Há registros dos dois juntos no elevador e em áreas do condomínio.

Por volta das 18h30, outra imagem mostra João deixando o apartamento. Em gravação exibida pela TV Cidade, ele aparece no elevador usando roupas diferentes das que vestia anteriormente. Depois, vai até a portaria, conversa com um funcionário e permanece por alguns instantes olhando o celular.

PUBLICIDADE

A gravação indica que ele deixou o condomínio a pé.

A queda e a movimentação no condomínio

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará informou que a morte ocorreu por volta das 20h40.

Isabelle caiu do 23º andar, onde fica o rooftop do condomínio. O impacto atingiu inicialmente um gradil e, posteriormente, o solo.

PUBLICIDADE

Uma testemunha que estava no local naquela noite contou com exclusividade à TV Cidade Fortaleza que o barulho provocado pela queda inicialmente foi confundido com uma batida de carro.

“Parecia uma batida de carro. Ela caiu em cima da grade e a gente pensou que era uma batida de carro”, relatou.

Segundo a testemunha, moradores correram para verificar o que havia acontecido e a polícia foi acionada. Ela afirmou que o local só teria sido efetivamente isolado depois da chegada da perícia.

PUBLICIDADE

A testemunha também descreveu a chegada de pessoas ao condomínio nas horas seguintes e afirmou que João apareceu aproximadamente duas horas depois da queda. Segundo o relato, ele teria chegado acompanhado de outras pessoas.

As identidades de todos os indivíduos citados pela testemunha ainda precisam ser confrontadas com os demais elementos da investigação.

Câmeras registram parte da movimentação

As imagens de segurança são consideradas pela Polícia Civil um dos principais elementos para reconstruir os acontecimentos.

PUBLICIDADE

Uma gravação apresentada pela TV Cidade mostra Isabelle utilizando o elevador para seguir ao último andar. A investigação analisa as imagens disponíveis em conjunto com os demais registros.

O condomínio possuía câmeras em áreas como elevadores, corredores e outros pontos de circulação, mas o rooftop não tinha equipamento de monitoramento.

Segundo o perito-geral da Perícia Forense do Ceará, Júlio Torres, nunca houve câmera instalada no rooftop. Dessa forma, não existe gravação do momento exato em que Isabelle deixou a cobertura.

PUBLICIDADE

A Polícia Civil informou que não identificou, nas imagens disponíveis, outra pessoa acompanhando Isabelle até o rooftop.

O que aconteceu depois da queda

A movimentação no condomínio aumentou depois da morte. Uma gravação apresentada pela TV Cidade mostra, por volta das 22h48, a presença de um veículo da Perícia Forense do Ceará, além de outras viaturas e pessoas.

A Pefoce realizou perícias no local e posteriormente voltou ao condomínio para complementar a coleta de vestígios, incluindo materiais destinados à análise de DNA.

PUBLICIDADE

João também retornou ao condomínio depois da morte. Segundo informações reunidas pela investigação, ele teria pedido auxílio para procurar o celular de Isabelle após o ocorrido.

O aparelho foi danificado pela queda, mas parte dos dados conseguiu ser recuperada pela perícia. Entre os pontos analisados está uma lacuna de aproximadamente 19 horas nos registros de mensagens e ligações extraídos do aparelho, no dia da morte.

A existência dessa lacuna, isoladamente, não permite concluir que informações tenham sido apagadas de forma intencional. Os investigadores cruzam os dados do telefone com mensagens, depoimentos, imagens e outros elementos.

PUBLICIDADE

O celular e a procura pelo aparelho

O celular de Isabelle é um dos objetos relevantes da investigação. Segundo um colaborador do condomínio, João teria pedido ajuda ao zelador para localizar o aparelho. Lixeiras e áreas comuns teriam sido verificadas durante a procura.

Uma testemunha ouvida pela TV Cidade também relatou ter visto pessoas procurando o celular nas proximidades do local onde Isabelle caiu.

A investigação ainda busca esclarecer quem participou da procura, em que momento ela ocorreu e quais circunstâncias envolveram o aparelho.

PUBLICIDADE

O telefone foi submetido a exames periciais, que conseguiram recuperar parte das informações apesar dos danos provocados pela queda.

O que a família relatou sobre as últimas horas

A mãe de Isabelle afirmou que recebeu mensagens da filha durante a noite de 13 de setembro. Em uma delas, segundo o relato da professora, Isabelle comentou que havia deixado uma comida na air fryer. Posteriormente, teria enviado à mãe a mensagem: “Mãe, eu te amo”.

A mãe afirmou que costumava receber uma mensagem da filha antes de dormir, mas que isso não ocorreu naquela noite.

PUBLICIDADE

Na manhã seguinte, diante da falta de notícias, tentou entrar em contato com Isabelle e também procurou João. Sem conseguir informações, foi ao condomínio acompanhada do irmão.

Segundo o relato da mãe, a síndica informou que Isabelle havia morrido e que o corpo tinha sido encaminhado ao Instituto Médico Legal.

A comunicação da morte à família é um dos pontos questionados pelos parentes. A mãe afirma que não foi informada durante a noite e só soube do ocorrido na manhã seguinte.

PUBLICIDADE

O áudio enviado por Isabelle

Outro elemento incorporado à investigação foi um áudio atribuído a Isabelle e enviado a familiares no próprio dia 13 de setembro.

Na gravação, a estudante fala sobre o comportamento de João e relata situações de ciúme exagerado. Em determinado trecho, ela chama o namorado de “louco”.

Isabelle também relata situações em que João teria reagido negativamente quando outras pessoas olhavam para ela e menciona episódios em que ele teria dado murros na mesa, com raiva, em postura controladora. O conteúdo passou a ser analisado no contexto da investigação sobre o relacionamento do casal.

PUBLICIDADE

Um depoimento atribuído ao primo da estudante também menciona que Isabelle estaria insatisfeita com a relação e com o que o familiar descreveu como “jogos emocionais”. O relato ainda cita supostas ameaças e a intenção de se afastar do namorado e do ambiente profissional em que os dois trabalhavam.

A câmera retirada da porta do apartamento

Outro ponto investigado é uma câmera particular que ficava instalada na porta do apartamento onde Isabelle morava com João e familiares dele.

Segundo informações reunidas pela Polícia Civil e mencionadas na decisão que decretou a prisão preventiva, o equipamento foi instalado na entrada do imóvel, mas posteriormente não estava mais no local.

PUBLICIDADE

Até o momento da decretação da prisão, ainda não havia sido determinado o momento exato da retirada nem quem realizou a remoção.

João mencionou a câmera em depoimento. Segundo a versão apresentada por ele, o equipamento teria sido instalado pela mãe, Sara Regina Alexandre Munhoz, no fim de agosto, porque ela acreditava que havia algo errado no apartamento.

João afirmou que a câmera funcionava por detecção de movimento e que o sistema era controlado pelo irmão. Ele negou ter retirado câmeras do imóvel.

PUBLICIDADE

A ausência do equipamento é analisada junto a outros elementos da investigação e, isoladamente, não comprova ocultação de provas.

A investigação chega à família de João

Durante as diligências, a Polícia Civil também realizou uma operação relacionada à mãe de João, Sara Regina Alexandre Munhoz. Ela foi localizada em Cumbuco, em Caucaia, no domingo, 20 de setembro. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, um celular e um tablet foram recolhidos para perícia.

As medidas foram adotadas dentro da investigação e tiveram como objetivo obter informações que pudessem ajudar na reconstrução da cronologia dos acontecimentos.

PUBLICIDADE

Dias depois, Sara foi exonerada do cargo comissionado que ocupava na Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará.

O ato publicado no Diário Oficial do Estado informa que a exoneração ocorreu de ofício, com efeitos a partir de 22 de setembro. O documento não apresenta a motivação da decisão.

Carro do irmão de João é apreendido

Outro desdobramento ocorreu durante os depoimentos do irmão e da cunhada de João. A Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão no carro em que o casal chegou à delegacia. O veículo permaneceu no pátio do 2º Distrito Policial para ser vistoriado.

PUBLICIDADE

A ordem judicial autorizava a busca no automóvel e a análise de equipamentos eletrônicos que estivessem dentro dele.

O carro foi posteriormente liberado, e as informações disponibilizadas sobre a diligência indicam que o material apreendido foi devolvido.

João Munhoz é preso

Com o avanço das diligências, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva de João Munhoz Neto. Ele foi preso na terça-feira, 22 de setembro, no contexto da investigação sobre a morte de Isabelle.

PUBLICIDADE

Antes da prisão, João havia sido ouvido pelos investigadores. A prisão ocorreu depois do avanço da coleta de depoimentos e de outros elementos analisados pela Polícia Civil.

As suspeitas consideradas na investigação incluem eventual violência psicológica e possível induzimento ou instigação ao suicídio, além da análise de possíveis atos de obstrução da Justiça.

A prisão preventiva não representa uma conclusão definitiva sobre a responsabilidade criminal de João pela morte de Isabelle. A investigação continua em andamento.

PUBLICIDADE

João é transferido para unidade prisional

No dia seguinte à prisão, 23 de setembro, João passou por audiência de custódia. A Justiça manteve a prisão preventiva e ele foi transferido para a Unidade Prisional de Triagem e Observação Criminológica, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza.

A manutenção da prisão ocorre enquanto a investigação continua e o caso permanece sob sigilo.

O que a perícia concluiu sobre a queda

A Perícia Forense do Ceará realizou exames no corpo de Isabelle e no local da ocorrência.

PUBLICIDADE

Os primeiros exames apontaram politraumatismo e lesões compatíveis com o impacto contra o solo. Os exames laboratoriais realizados até então não identificaram substâncias de interesse toxicológico.

Posteriormente, o perito-geral da Pefoce, Júlio Torres, informou que o laudo criminal apontou uma precipitação voluntária a partir do rooftop, área na cobertura do prédio.

Segundo a explicação apresentada pelo perito, imagens disponíveis no condomínio permitiram analisar a trajetória do corpo. A queda teria durado aproximadamente três segundos.

PUBLICIDADE

A perícia também identificou o impacto contra o gradil durante a queda, com lesão grave na perna.

A conclusão sobre a precipitação voluntária trata da dinâmica física da queda. A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias que antecederam esse momento, inclusive eventual participação de terceiros no contexto anterior à morte.

Quais pontos ainda estão sob investigação

Mesmo após a divulgação das conclusões periciais sobre a queda, permanecem questões relacionadas aos acontecimentos anteriores e posteriores à morte.

PUBLICIDADE

Entre os pontos analisados estão a cronologia registrada pelas câmeras, a ausência de monitoramento no rooftop, a retirada da câmera da porta do apartamento, os dados recuperados do celular de Isabelle, a lacuna de registros no aparelho, os depoimentos de familiares e testemunhas e a movimentação das pessoas no condomínio.

Também estão sob análise as informações relacionadas ao relacionamento entre Isabelle e João, incluindo o áudio atribuído à estudante e os relatos sobre o ambiente profissional dos dois.

A Polícia Civil ainda verifica os acontecimentos registrados depois da queda, como o retorno de João ao condomínio, a procura pelo celular e a movimentação no apartamento.

PUBLICIDADE

A investigação também precisa confrontar versões apresentadas por familiares, testemunhas, defesa e demais pessoas ouvidas no caso com os registros técnicos e periciais.

Linha do tempo do caso Isabelle Caracristi

Início de julho: Isabelle começa a trabalhar no escritório de correspondência jurídica onde João também atuava.

Julho: Os dois passam de uma relação profissional para um relacionamento amoroso, segundo os relatos apresentados no caso.

PUBLICIDADE

17 de agosto: Isabelle deixa o escritório, alegando questões pessoais.

Fim de agosto: Segundo João, uma câmera é instalada pela mãe dele na porta do apartamento.

13 de setembro, fim da tarde: Isabelle passa parte do dia com a mãe e depois segue para o condomínio.

PUBLICIDADE

17h59, aproximadamente: Imagens registram a chegada de Isabelle ao condomínio.

18h30, aproximadamente: João aparece deixando o apartamento e, posteriormente, saindo do condomínio a pé, segundo as imagens apresentadas.

Noite de 13 de setembro: Isabelle segue para o rooftop do prédio.

PUBLICIDADE

Por volta das 20h40: A SSPDS informa o horário aproximado da morte.

Após a queda: Moradores acionam a polícia e a perícia realiza o isolamento e os procedimentos no local.

Por volta das 22h48: Imagens apresentadas pela TV Cidade mostram a presença do veículo da Pefoce e de outras equipes no condomínio.

PUBLICIDADE

Horas depois: João retorna ao condomínio e, segundo informações reunidas na investigação, participa ou solicita auxílio na procura pelo celular de Isabelle.

14 de setembro: A mãe de Isabelle procura a filha após não receber notícias e é informada sobre a morte no condomínio, segundo seu relato.

20 de setembro: A Polícia Civil localiza Sara Munhoz em Cumbuco e apreende um celular e um tablet durante diligência.

PUBLICIDADE

21 de setembro: A mãe e o irmão de Isabelle prestam depoimento no 2º Distrito Policial.

22 de setembro: João Munhoz Neto é preso preventivamente.

22 de setembro: Sara Regina Alexandre Munhoz é exonerada do cargo comissionado na Secretaria da Administração Penitenciária, com efeitos a partir da mesma data.

PUBLICIDADE

23 de setembro: A Justiça mantém a prisão preventiva de João em audiência de custódia, e ele é transferido para uma unidade prisional em Aquiraz.

23 de setembro: É divulgado o ato de exoneração de Sara no Diário Oficial do Estado.

Dias seguintes: A investigação continua analisando imagens, aparelhos eletrônicos, perícias, depoimentos e demais elementos reunidos no caso.

PUBLICIDADE

A morte de Isabelle Caracristi permanece sob investigação da Polícia Civil do Ceará. A conclusão pericial sobre a precipitação voluntária estabelece um elemento técnico sobre a queda, enquanto a apuração policial continua voltada às circunstâncias que antecederam a morte e às informações reunidas ao longo das diligências.


Leia também
Cinco homens são presos suspeitos de duplo homicídio em Fortaleza
INVESTIGAÇÃO
Cinco homens são presos suspeitos de duplo homicídio em Fortaleza
25 de set. de 2026 - 14:41
Socorrista do Samu Ceará morre em acidente de moto na CE-187, em Tianguá
INTERIOR DO CEARÁ
Socorrista do Samu Ceará morre em acidente de moto na CE-187, em Tianguá
25 de set. de 2026 - 14:14
Mulher em situação de rua é morta após briga na Avenida Domingos Olímpio, em Fortaleza
ASSASSINATO
Mulher em situação de rua é morta após briga na Avenida Domingos Olímpio, em Fortaleza
25 de set. de 2026 - 13:21