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JORNADA DE TRABALHO

Congresso promulga fim da escala 6x1 nesta sexta-feira (16), com presença de Lula

Sessão solene está marcada para as 9h e terá a presença do presidente; nova regra prevê dois dias de descanso e redução gradual da jornada para 40 horas semanais

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Congresso promulga fim da escala 6x1 nesta sexta-feira (16), com presença de Lula
Emenda sobre a jornada de trabalho será promulgada em sessão solene prevista para as 9h desta sexta-feira (16). Foto: Câmara dos Deputados

O Congresso Nacional realiza nesta sexta-feira (16), às 9h, uma sessão solene para promulgar a emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 no Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem presença prevista na cerimônia, que será conduzida pelo presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), com participação do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

A emenda está prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, aprovada pelo Senado na quarta-feira (14), em dois turnos, com 75 votos favoráveis e um contrário em cada votação. O texto estabelece dois dias de descanso remunerado por semana e reduz gradualmente o limite máximo da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial.

Leia também: “Brinca com o país”, diz Camilo Santana ao questionar mudança de Flávio Bolsonaro sobre fim da escala 6x1

A mudança não será aplicada integralmente de imediato. O cronograma prevê uma primeira redução para 42 horas semanais e, depois, a adoção do limite de 40 horas, em um período de transição de 14 meses. A sessão também prevê a promulgação de uma emenda constitucional relacionada à aposentadoria especial de agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

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Congresso realiza sessão solene para promulgar a emenda

A cerimônia está marcada para as 9h desta sexta-feira (16), no Congresso Nacional. Além de Lula, são esperados Davi Alcolumbre, responsável por conduzir a sessão, e Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados.

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A promulgação formaliza a emenda constitucional após a aprovação do texto pelas duas Casas do Congresso. Por se tratar de uma mudança na Constituição, a medida não depende de sanção presidencial.

A PEC 221/2019 foi aprovada pelo Senado em dois turnos na quarta-feira (14). Em cada votação, o texto recebeu 75 votos favoráveis e um contrário, concluindo a etapa de análise na Casa antes da promulgação prevista para esta sexta.

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Nova jornada terá redução gradual para 40 horas semanais

A mudança na jornada de trabalho será implementada em duas etapas. De acordo com o cronograma previsto, o limite semanal cairá de 44 para 42 horas a partir de 60 dias após a publicação da emenda.

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Depois de mais 12 meses, a jornada máxima será reduzida novamente, chegando a 40 horas por semana. O período total de transição será de 14 meses, contados a partir da publicação da norma.

O texto prevê que a redução ocorra sem diminuição salarial. Também estabelece dois dias de descanso remunerado por semana, com preferência para que uma das folgas seja aos domingos, conforme as condições previstas na emenda.

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Sessão também prevê aposentadoria especial para agentes de saúde

A sessão solene desta sexta-feira também inclui a promulgação da emenda constitucional decorrente da PEC 14/2021, relacionada à aposentadoria especial de agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

A proposta trata das condições previdenciárias desses profissionais, que atuam na prevenção de doenças, no acompanhamento de famílias e em ações de vigilância em saúde. As regras específicas seguem o texto aprovado pelo Congresso.

As duas promulgações estão previstas para a mesma cerimônia, marcada para as 9h.

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Lula tem presença prevista na cerimônia

A presença de Lula está prevista para a sessão solene que formalizará a emenda sobre a jornada de trabalho. A mudança é resultado de uma proposta apresentada pelo deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), que tramitou no Congresso após anos de debate sobre a duração da jornada e o descanso semanal.

A PEC 221/2019 passou pela Câmara dos Deputados antes de ser aprovada pelo Senado. Com a promulgação, começa a contagem dos prazos previstos para a implementação gradual da nova jornada.

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