O vandalismo em um medidor de energia provocou a interrupção temporária do fornecimento elétrico no Colégio Militar do Corpo de Bombeiros, em Fortaleza, durante o segundo turno das eleições presidenciais deste domingo (25). A votação começou às 8h com as urnas funcionando por meio de suas baterias próprias, e a energia foi restabelecida cerca de 15 minutos depois, por volta das 8h15, conforme as informações divulgadas sobre a ocorrência.
O problema foi identificado no prédio utilizado provisoriamente pela instituição, onde funcionava o Colégio Nossa Senhora de Lourdes, no bairro Jacarecanga. O local reúne sete seções eleitorais e 1.591 eleitores aptos a votar.
Segundo a Enel Distribuição Ceará, uma equipe técnica foi enviada ao endereço e constatou que o medidor havia sido alvo de vandalismo. Após a realização dos reparos necessários, o fornecimento de energia foi normalizado.
A ocorrência mobilizou técnicos da distribuidora em um momento de grande importância para o funcionamento dos serviços eleitorais. Apesar da interrupção, as urnas puderam iniciar a operação utilizando as baterias próprias, recurso que permite manter os equipamentos funcionando temporariamente quando há falta de energia elétrica.
Votação começou com urnas funcionando por bateria
A interrupção no fornecimento não impediu o início da votação no horário previsto para o local. As urnas eletrônicas começaram a operar às 8h utilizando suas baterias internas, enquanto a equipe responsável pelo atendimento da ocorrência trabalhava para restabelecer a energia.
O funcionamento por bateria é uma medida de contingência prevista para situações em que há interrupção do abastecimento elétrico. O recurso permite que os equipamentos continuem operando durante um período limitado, sem depender imediatamente da rede elétrica do prédio.
No caso registrado em Fortaleza, a normalização ocorreu por volta das 8h15. O intervalo entre o início da votação e o retorno da energia foi de aproximadamente 15 minutos, segundo os dados informados.
A situação chama atenção para a importância dos mecanismos de contingência nos locais de votação. Em um dia eleitoral, falhas de infraestrutura podem gerar preocupação entre eleitores e equipes envolvidas na organização do pleito, especialmente quando atingem prédios que concentram várias seções.
O uso das baterias próprias das urnas permitiu que a votação começasse mesmo diante do problema elétrico. A normalização rápida também reduziu o período de interrupção do fornecimento no prédio.
Local de votação atende sete seções eleitorais em Jacarecanga
O Colégio Militar do Corpo de Bombeiros funciona provisoriamente no imóvel onde anteriormente operava o Colégio Nossa Senhora de Lourdes, no bairro Jacarecanga, em Fortaleza.
O endereço abriga sete seções eleitorais, com um total de 1.591 eleitores aptos. Por concentrar esse número de votantes, a manutenção da estrutura física e dos serviços básicos é importante para o andamento da votação ao longo do dia.
A ocorrência foi relacionada ao vandalismo no medidor de energia, conforme a informação repassada pela Enel. Até os dados fornecidos para esta reportagem, não há informação sobre a identificação de suspeitos ou sobre eventual investigação policial relacionada ao caso.
Também não foi informado se a ocorrência provocou atrasos individuais no atendimento aos eleitores. O dado confirmado é que as urnas começaram a funcionar com suas baterias e que o fornecimento elétrico foi restabelecido por volta das 8h15.
Enel afirma que não houve desligamento programado
A Enel Distribuição Ceará informou que não realizou cortes ou desligamentos programados de energia durante o fim de semana. Segundo a empresa, a interrupção registrada no colégio eleitoral ocorreu em razão do vandalismo identificado no medidor da unidade.
A distribuidora afirmou que preparou uma operação especial para o segundo turno das eleições de 2026. O planejamento inclui 608 equipes mobilizadas em todo o Ceará, monitoramento do sistema elétrico durante 24 horas por dia e atuação integrada com o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE).
A estrutura foi organizada para acompanhar o funcionamento da rede elétrica durante o período eleitoral e permitir o atendimento de ocorrências que possam afetar os locais de votação.
O monitoramento contínuo e a mobilização de equipes são medidas importantes em um dia no qual escolas e outros prédios públicos são utilizados para receber eleitores. Problemas no fornecimento podem exigir atendimento técnico rápido, sobretudo quando atingem unidades com várias seções eleitorais.
No episódio registrado em Jacarecanga, a distribuidora informou que enviou profissionais ao endereço, identificou o dano no medidor e executou os reparos necessários para normalizar o abastecimento.
O que se sabe sobre a ocorrência
Até o momento, as informações divulgadas apontam que o medidor de energia foi alvo de vandalismo, provocando a interrupção do fornecimento no Colégio Militar do Corpo de Bombeiros. A votação começou às 8h com o funcionamento das urnas por bateria, e a energia foi restabelecida por volta das 8h15.
O local concentra sete seções eleitorais e 1.591 eleitores. A Enel informou que não houve desligamento programado e que mantém uma operação especial para atender ocorrências durante o segundo turno.
A identificação de possíveis responsáveis pelo vandalismo e a eventual apuração das circunstâncias do caso não foram detalhadas nas informações disponibilizadas. Por isso, não é possível afirmar quem provocou o dano ou qual teria sido a motivação.
O episódio reforça a importância da infraestrutura de contingência e da resposta rápida das equipes técnicas para preservar o funcionamento dos locais de votação. Neste caso, a utilização das baterias das urnas permitiu o início da votação antes da normalização do fornecimento elétrico.



