Um funcionário de uma escola municipal de Fortaleza foi desligado da função após uma denúncia de possível assédio contra uma aluna dentro da unidade de ensino. O caso aconteceu nesta quinta-feira (5), no bairro Dias Macedo, e provocou uma confusão envolvendo familiares da estudante e o trabalhador. A Polícia Militar do Ceará (PMCE) e uma equipe da Guarda Municipal foram acionadas para atender à ocorrência.
Segundo as informações levantadas no local, a estudante contou aos pais que o funcionário, que trabalhava no almoxarifado da escola, teria dito que sentia vontade de beijá-la. A idade da aluna e a série em que ela estuda não foram divulgadas.
Após tomarem conhecimento do relato, os familiares foram até a instituição para confrontar o funcionário. Durante o desentendimento, conforme as informações colhidas no local, o trabalhador foi agredido e precisou se abrigar em uma sala da escola.
A Secretaria Municipal de Educação (SME) informa que o funcionário suspeito foi imediatamente desligado da função e não retornará para a unidade escolar. A SME destaca que a identidade da criança está sendo preservada e que a família conta com apoio psicológico e assistencial. Desde o momento da denúncia, a pasta, por meio da direção da Escola Municipal Professor João Hippólyto de Azevedo e Sá, no bairro Dias Macedo, tem adotado todas as medidas legais e administrativas necessárias para resolver a situação.
Denúncia contra funcionário aconteceu em escola no Dias Macedo
A ocorrência foi registrada em uma unidade de ensino localizada na Rua Três, no bairro Dias Macedo, em Fortaleza. A situação mobilizou equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal, que precisaram intervir durante a confusão entre os familiares da estudante e o funcionário.
O episódio começou depois que a aluna relatou aos pais o comentário que teria sido feito pelo trabalhador. Conforme as informações repassadas no local, ele teria manifestado vontade de beijar a estudante.
A denúncia provocou a reação dos familiares, que foram até a escola para cobrar explicações. Durante o confronto, o funcionário acabou sendo agredido e buscou abrigo em uma das salas da instituição.
A situação chamou a atenção de profissionais que estavam na unidade e exigiu a presença das forças de segurança para controlar a ocorrência.
Funcionário foi desligado após denúncia de assédio
Uma professora que conversou com a imprensa informou que a escola adotaria providências em relação ao caso e que o funcionário seria afastado das atividades.
As informações encaminhadas posteriormente à redação apontam que o trabalhador foi desligado da função após a denúncia. Não foram apresentados detalhes sobre a natureza administrativa da medida nem sobre eventual processo interno relacionado ao episódio.
A escola também não divulgou a idade da estudante ou a série em que ela está matriculada. A preservação dessas informações é importante para evitar a identificação da aluna, especialmente diante da natureza da denúncia.
Até o momento, não há confirmação de que o funcionário tenha sido preso ou formalmente indiciado. A situação deverá ser apurada pelas autoridades policiais, que ficarão responsáveis por investigar as circunstâncias do relato.
Polícia Civil vai investigar caso em Fortaleza
O caso será investigado pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), unidade especializada da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), responsável pela apuração de ocorrências envolvendo crianças e adolescentes.
A Polícia Militar foi acionada para atender à confusão registrada dentro da escola, com apoio de uma equipe da Guarda Municipal.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) informou que nenhuma arma foi utilizada pelas partes envolvidas.
A investigação deverá apurar o relato feito pela estudante, as circunstâncias do comentário atribuído ao funcionário e também o confronto ocorrido posteriormente na unidade de ensino.
O caso reúne duas situações que precisarão ser esclarecidas pelas autoridades: a denúncia envolvendo a conduta do trabalhador e a agressão praticada pelos familiares durante o desentendimento.




