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Governo Federal pede entrega imediata de 6 milhões de doses da Coronavac

Em ofício, diretor de logística pede a entrega imediata das doses da vacina que o governo de São Paulo importou da China

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Governo Federal pede entrega imediata de 6 milhões de doses da Coronavac
Foto: GCMais

O Ministério da Saúde solicitou ao Instituto Butantan a "entrega imediata" das 6 milhões de doses importadas da China que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial à Anvisa.

O diretor do Departamento de Logísca em Saúde do Ministério, Roberto Ferreira Dias, enviou ofício ao diretor do Butantan, Dimas Covas, solicitando as vacinas que o governo paulista importou da China.

"Solicitamos os bons présmos para disponibilizar a entrega imediata das 6 milhões de doses importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante a ANVISA", diz o ofício.

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"Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantavo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este Ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logísca de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitava, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a COVID-19, tão logo seja concedido a autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo, dia 17 de janeiro de 2021."

O que diz o governo de SP

O governo de São Paulo tem 10,8 mihões de doses, e começará na segunda-feira (18) a entrega das doses da vacina CoronaVac, produzidas pelo Instituto Butantan, ao Ministério da Saúde para a imunização dos brasileiros contra a covid-19.

Cerca de 4,5 milhões de doses prontas para aplicação serão encaminhadas para um Centro de Distribuição e Logística do Ministério da Saúde, no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

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Eficácia

A eficácia geral da CoronaVac é de 50,38%, informou nesta terça-feira (12) o Instituto Butantan. Isto significa que a vacina foi capaz de prevenir a infecção pelo coronavírus neste percentual entre voluntários imunizados durante os ensaios clínicos de fase 3 realizados no país.

A Anvisa e a OMS (Organização Mundial da Saúde) entendem que vacinas que apresentem eficácia de no mínimo 50% podem ser utilizadas em programas de imunização nesta pandemia diante da urgência em controlar o vírus e a incidência de quadros graves de covid-19.

Vacina da Índia atrasa

O cronograma de entrega dos dois milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a covid-19 que o Ministério da Saúde afirma ter adquirido do laboratório indiano Serum Institute sofrerá atraso. A informação foi confirmada na manhã desta sexta-feira (15), pelo Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty).

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Segundo a pasta, o ministro Ernesto Araújo telefonou para o chanceler indiano Subrahmanyam Jaishankar ontem (14), dia em que o site Hindustan Times publicou uma notícia informando que, segundo fontes do governo indiano não identificadas na matéria, ainda não há previsão de quando a Índia autorizará o fornecimento dos imunizantes a outros países, incluindo o Brasil.

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