PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

PL pede revogação da multa de R$ 22,9 milhões aplicada por Alexandre de Moraes

Presidente do TSE, Alexandre de Moraes, aplicou a penalidade depois que o partido pediu anulação de urnas do 2º turno

Compartilhe
PL pede revogação da multa de R$ 22,9 milhões aplicada por Alexandre de Moraes
Foto: GCMais

O Partido Liberal (PL) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a revogação da multa de R$ 22,9 milhões aplicada pelo ministro Alexandre de Moraes. O presidente da corte eleitoral aplicou a punição depois que a legenda solicitou que os votos no segundo turno em urnas de modelos anteriores a 2020 fossem desconsiderados. No documento, o partido afirma que “jamais teve a intenção de causar qualquer tumulto ao processo eleitoral brasileiro, muito menos fomentar qualquer tipo de movimento ideológico”.

No dia 23 de novembro, Moraes rejeitou o pedido do PL e aplicou multa de R$ 22,9 milhões ao partido. O ministro considerou que o PL agiu por litigância de má-fé e classificou o pedido como "esdrúxulo e ilícito, ostensivamente atentatório ao Estado democrático de Direito e realizado de maneira inconsequente com a finalidade de incentivar movimentos criminosos e antidemocráticos". A litigância de má-fé ocorre quando uma das partes em um processo judicial age com deslealdade, altera os fatos ou atua para conseguir um objetivo ilegal.

O presidente do TSE também tinha determinado o bloqueio imediato e a suspensão dos fundos partidários não só do PL, mas de toda a coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Leia também: Lula defende apuração com rigor no STF: "Abra-se o sigilo de todo mundo"
PUBLICIDADE

Após recurso, no entanto, Moraes determinou o desbloqueio dos valores do fundo partidário do Republicanos e do PP. Na decisão, o magistrado destaca que os partidos informaram à corte que reconhecem o resultado das eleições.

Na ação, ambas as siglas destacaram ainda que não participaram e não concordam com relatório do PL sobre as urnas.

PUBLICIDADE

A multa de R$ 22,9 milhões foi imposta levando-se em conta 2% do valor total da causa, calculado por Moraes. Ele considerou, na soma, o valor de cada uma das 279.383 urnas eletrônicas contestadas, que custam R$ 4.114,70. Com isso, o valor da causa passou de R$ 1 bilhão — R$ 1.149.577.230,10.

PUBLICIDADE

O pedido do PL

A ação apresentada pelo PL ao TSE alegou que ocorreram falhas insanáveis nas urnas eletrônicas de modelos anteriores a 2020, que, conforme o partido, puseram em risco o resultado do pleito. A legenda apontou falhas apenas no segundo turno da votação.

Moraes, no entanto, determinou que o partido incluísse no processo o primeiro turno das eleições. O PL não atendeu à solicitação e pediu ao TSE, nesta quarta, que investigasse primeiramente a votação do segundo turno e, caso constatasse erro nas urnas, avaliasse também o primeiro turno do pleito.

PUBLICIDADE

Valdemar Costa Neto afirmou que o partido estava discutindo "a história do Brasil", e não pedindo uma nova eleição. De acordo com ele, foi apresentado um problema durante o pleito, e a sigla levou o caso ao TSE para ser tratado pela corte. "Se isso for uma mancha na nossa democracia, temos que resolver isso agora. É muito grave. Não podemos ficar com o fantasma da eleição de 2022. Nós temos que solucionar isso."

PUBLICIDADE

* Com informações do portal parceiro R7.

PUBLICIDADE
Leia também
Lula defende apuração com rigor no STF: "Abra-se o sigilo de todo mundo"
JORNAL DA RECORD
Lula defende apuração com rigor no STF: "Abra-se o sigilo de todo mundo"
15 de set. de 2026 - 23:20
Flávio Dino vota pelo adiamento de julgamento de Moraes no STF para dia 23 de setembro
CASO BANCO MASTER
Flávio Dino vota pelo adiamento de julgamento de Moraes no STF para dia 23 de setembro
15 de set. de 2026 - 17:24
Lula sanciona lei que oferece crédito de até R$ 200 mil para carros e motos a motoristas de app
FINANCIAMENTO
Lula sanciona lei que oferece crédito de até R$ 200 mil para carros e motos a motoristas de app
14 de set. de 2026 - 21:31