Em mais uma iniciativa para apoiar famílias em situação de vulnerabilidade econômica, o governo anunciou a ampliação de programas sociais, introduzindo uma nova tarifa social para famílias de baixa renda. A medida visa reduzir custos básicos e ampliar o acesso a serviços essenciais, beneficiando um número maior de brasileiros.
Anteriormente restrita a descontos na conta de luz, a tarifa social foi ampliada para abranger outras despesas, como água e esgoto. Com essa expansão, mais famílias terão acesso a tarifas reduzidas, contribuindo para melhorar sua qualidade de vida. A implementação será gradual, com adaptações regionais para atender às demandas locais.
Como funcionará a nova tarifa social para famílias de baixa renda?
O programa prevê diferentes faixas de cobrança com valores reduzidos, baseados na renda familiar e no consumo mensal:
- Tarifa social de vulneráveis: Destinada a famílias com renda de até um salário mínimo e consumo de até 10 metros cúbicos de água e 80 quilowatts de energia elétrica. O custo mensal será de R$ 10,37.
- Tarifa regular mínima: Consumidores que não se enquadram nas faixas anteriores continuam pagando o valor mínimo de R$ 61,70.
O modelo busca distribuir o benefício de forma justa, priorizando as famílias mais necessitadas e incentivando o uso consciente dos recursos.
Como se cadastrar no CadÚnico?
Para garantir acesso à nova tarifa social, é necessário estar inscrito no CadÚnico. O cadastro pode ser realizado em unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou outros locais indicados pela prefeitura.
Documentos necessários:
- RG, CPF, título de eleitor e comprovante de residência do responsável familiar;
- Certidões de nascimento ou casamento e documentos de identificação de todos os membros da família;
- Informações sobre renda, endereço, composição familiar e condições de moradia.




