Neste fim de ano, cerca de 1,6 milhão de brasileiros serão contemplados com um pagamento adicional do Bolsa Família, o Abono Natalino, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social e econômica. O depósito do benefício é realizado na conta da poupança social do Caixa Tem, aplicativo utilizado para movimentação financeira. Por isso, é fundamental que o responsável familiar tenha acesso ao app para realizar transações, como pagamentos, transferências e PIX, garantindo mais praticidade aos beneficiários.
Para receber o Abono Natalino, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Além do pagamento mínimo de R$ 600 oferecido pelo programa, os cidadãos podem ser beneficiados com adicionais, que variam conforme a situação financeira de cada família. Os principais adicionais são:
- Benefício de Renda de Cidadania (BRC): R$ 142 por pessoa da família.
- Benefício Complementar (BCO): Garante o valor mínimo de R$ 600 por família.
- Benefício Primeira Infância (BPI): R$ 150 por criança de até sete anos.
- Benefício Variável Familiar Nutriz (BVN): R$ 50 por membro da família com até sete meses incompletos.
- Benefício Variável Familiar (BVF): R$ 50 para gestantes e crianças/adolescentes entre 7 e 18 anos incompletos.
- Benefício Extraordinário de Transição (BET): Garante que os beneficiários recebam, no mínimo, o valor do programa anterior, o Auxílio Brasil.
Esses adicionais são pagos de acordo com as características e necessidades de cada família, garantindo uma assistência mais ampla às populações em situação de vulnerabilidade.
Abono natalino liberado para beneficiários do Bolsa Família
No estado da Paraíba, o benefício será repassado por meio do Abono Natalino, conforme anunciado pela Secretaria de Desenvolvimento Humano (SEDH). O valor a ser pago a cada família será de R$ 64.
Não há previsão de pagamento do abono natalino para beneficiários do Bolsa Família no Ceará em 2024. O abono natalino, também conhecido como décimo-terceiro do Bolsa Família, é uma prática que não é realizada em âmbito nacional desde 2019. Atualmente, apenas alguns estados, como Pernambuco e Paraíba, mantêm programas estaduais que garantem esse pagamento extra.




