O Ceará registrou saldo positivo de 7.320 novos empregos formais em junho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). O setor de serviços liderou a geração de vagas, com 3.040 novos postos, seguido pela construção civil, que abriu 1.554 oportunidades, e pelo comércio, com 1.490 novos empregos no período. No mês, o estado contabilizou 55.969 contratações e 48.649 demissões.
No primeiro semestre de 2025, o Ceará acumulou um crescimento líquido de 25.812 empregos formais, ficando com o segundo melhor desempenho entre os estados do Nordeste, atrás apenas da Bahia. O resultado é semelhante ao do primeiro semestre do ano passado, quando o Ceará também ficou na segunda colocação na geração de empregos na região.
O governador Elmano de Freitas (PT) comemorou os dados em suas redes sociais, ressaltando que, desde 2023, o Ceará já acumulou mais de 133 mil novos empregos formais.
“Já ultrapassamos a marca de 133 mil novos empregos desde 2023 e continuaremos avançando, gerando oportunidades e fortalecendo a economia do estado”, afirmou o governador.
No Nordeste, os estados que mais criaram empregos no primeiro semestre foram Bahia, Ceará, Pernambuco, Maranhão e Piauí. A exceção foi Alagoas, que registrou o fechamento de 8.761 postos de trabalho no acumulado de janeiro a junho, apresentando saldo negativo no período.
No primeiro semestre de 2024, a Bahia havia registrado cerca de 54 mil novas vagas formais. Neste ano, o estado teve um crescimento de 24%, alcançando 67 mil novos empregos. Em Pernambuco, o cenário foi semelhante, passando de aproximadamente 17 mil para 25.366 empregos no mesmo período, resultado próximo ao registrado pelo Ceará.




