PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Alimentos registram diminuição no preço pelo segundo mês seguido, aponta IBGE

Enquanto os alimentos tiveram deflação (queda nos preços), a energia elétrica residencial subiu 3,04% no mês, representando o maior impacto no índice de julho

Compartilhe
Alimentos registram diminuição no preço pelo segundo mês seguido, aponta IBGE
Foto: GCMais

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que mede a inflação no Brasil, registrou diminuição nos preços dos alimentos no mês de julho – segundo mês seguido em que isso é observado. A pesquisa referente a julho foi divulgada nesta terça (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O grupo Alimentação e bebidas, que tem o maior peso no índice, teve redução de 0,27% nos preços, em julho. Trata-se do segundo recuo seguido, puxado pela alimentação em domicílio, que caiu 0,69% no mês, com destaque para batata-inglesa (-20,27%), cebola (-13,26%) e arroz (-2,89%).

Leia também: AJE participa do G20 Jovem para atrair investimentos internacionais ao Ceará

A conta de luz mais cara pressionou a inflação oficial no mês de julho, fazendo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar em 0,26%, acima do registrado em maio (0,24%).

PUBLICIDADE

Com isso, o IPCA acumula 5,23% nos últimos 12 meses – fora do centro da meta de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos. A taxa está acima do teto desde setembro de 2024 (4,42%). Em abril, chegou a 5,53%, o ponto mais alto desde então. No entanto, o patamar alcançado em julho representa um recuo na comparação com os 5,35% no período terminado em junho.

PUBLICIDADE

A energia elétrica residencial subiu 3,04% no mês, representando o maior impacto individual no IPCA: 0,12 ponto percentual (p.p.). Esse subitem fez com que o grupo habitação subisse 0,91%, representando impacto de 0,14 p.p.

Bandeira vermelha

PUBLICIDADE

A causa principal da alta é a bandeira tarifária vermelha patamar 1, determinada pelo governo para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. A cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos começou em junho e foi mantida em julho.

PUBLICIDADE

A conta de luz foi pressionado também por reajustes nas contas em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Como o IPCA é nacional, esses aumentos regionais se refletem no índice.

De acordo com cálculos do gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, sem o efeito da conta de luz, o IPCA fecharia o mês em 0,15%.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

De janeiro a julho, a energia elétrica residencial subiu 10,18%, bem acima do IPCA acumulado no período (3,26%). “É a maior variação para o período janeiro a julho desde 2018, quando o acumulado foi de 13,78%”, assinala Gonçalves.

Com informações da Agência Brasil

PUBLICIDADE
Leia também
AJE participa do G20 Jovem para atrair investimentos internacionais ao Ceará
NEGÓCIOS
AJE participa do G20 Jovem para atrair investimentos internacionais ao Ceará
22 de out. de 2026 - 17:42
Beto Studart é homenageado como Chanceler do Prêmio TOP de Vendas 2026
RECONHECIMENTO
Beto Studart é homenageado como Chanceler do Prêmio TOP de Vendas 2026
22 de out. de 2026 - 14:30
Com crescimento do PIB, Brasil avança no ranking das maiores economias do mundo
ECONOMIA
Com crescimento do PIB, Brasil avança no ranking das maiores economias do mundo
22 de out. de 2026 - 13:13