A cidade de Sobral, no interior do Ceará, amanheceu coberta por uma névoa intensa nesta terça-feira (7), reduzindo a visibilidade em diferentes pontos e chamando a atenção de moradores. O fenômeno foi registrado nas primeiras horas da manhã e afetou principalmente motoristas, que enfrentaram dificuldade para enxergar ruas e prédios.
Imagens feitas por drone mostram áreas da cidade parcialmente encobertas, com construções visíveis apenas a curta distância. A névoa em Sobral se formou ainda durante a madrugada e começou a se dissipar gradualmente com o avanço do dia e o aumento da temperatura.
De acordo com especialistas, esse tipo de ocorrência é comum em períodos com maior umidade do ar, especialmente durante a quadra chuvosa no Ceará.
Névoa em Sobral reduz visibilidade e chama atenção de moradores
A presença da névoa em Sobral impactou a rotina logo nas primeiras horas do dia, principalmente no trânsito. A redução da visibilidade exigiu atenção redobrada de condutores e pedestres em algumas vias da cidade.
O fenômeno também gerou curiosidade entre moradores, que registraram imagens e compartilharam nas redes sociais. Em alguns pontos, a névoa encobriu parcialmente prédios e áreas urbanas, criando um cenário incomum para a cidade.
Apesar do impacto visual, a névoa não representa risco direto, sendo um fenômeno natural associado às condições climáticas do momento.
Como a névoa se forma?
Segundo o meteorologista Raul Fritz, da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), a névoa — também chamada de neblina — é formada por pequenas gotículas de água suspensas no ar próximo ao solo, o que provoca a redução da visibilidade.
“Na realidade são nuvens do tipo Stratus formadas junto à superfície”, explica.
O fenômeno ocorre quando o vapor de água presente no ar se condensa, geralmente durante a madrugada e início da manhã, período em que as temperaturas são mais baixas e a umidade é mais elevada. Com o aquecimento ao longo do dia, a tendência é que a névoa se dissipe.
“A neblina é mais comum durante o período chuvoso em que a umidade do ar alcança valores mais altos em virtude das precipitações mais frequentes”, completa o meteorologista.




