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BENEFÍCIO SOCIAL

Bolsa Família vai parar de ser pago em 31 de julho; veja o que muda para os beneficiários

Último pagamento de julho será feito para beneficiários com NIS final 0; veja o que acontece com o benefício após essa data

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Fim do Bolsa Família é confirmado após dia 30 de junho e pega beneficiários de surpresa
Governo encerra calendário de junho no dia 31. Foto: Reprodução

A informação de que o Bolsa Família vai parar de ser pago a partir de 31 de julho tem gerado dúvidas entre milhões de beneficiários em todo o Brasil. O cronograma mensal do benefício é organizado de forma escalonada, considerando o último dígito do NIS de cada beneficiário. Dessa forma, os depósitos são distribuídos ao longo dos últimos dias úteis do mês, evitando sobrecarga no sistema de pagamentos.

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Todos os meses, os beneficiários recebem o auxílio em datas diferentes, de acordo com o final do NIS. Assim que um calendário é concluído, outro é iniciado no mês seguinte. A única exceção costuma ocorrer em dezembro, quando os pagamentos geralmente são antecipados para permitir que as famílias tenham acesso aos recursos antes das festas de fim de ano.

Calendário do Bolsa Família de julho

Os pagamentos de julho começaram em 20 de julho e seguem a seguinte ordem:

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  1. NIS final 1: 20 de julho;
  2. NIS final 2: 21 de julho;
  3. NIS final 3: 22 de julho;
  4. NIS final 4: 23 de julho;
  5. NIS final 5: 24 de julho;
  6. NIS final 6: 27 de julho;
  7. NIS final 7: 28 de julho;
  8. NIS final 8: 29 de julho;
  9. NIS final 9: 30 de julho;
  10. NIS final 0: 31 de julho.
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Após essa última data, os pagamentos referentes ao mês de julho estarão encerrados.

Quem tem direito ao Bolsa Família?

O Bolsa Família atende famílias em situação de vulnerabilidade social inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Para receber o benefício, é necessário que a renda mensal da família seja de até R$ 218 por pessoa.

A inscrição deve ser realizada em um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou em outro posto autorizado pelo município. No entanto, estar inscrito no CadÚnico não garante a entrada automática no programa. O Governo Federal analisa os dados das famílias para verificar se elas atendem aos critérios estabelecidos.

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Outro ponto importante é manter o cadastro sempre atualizado. A recomendação é revisar as informações pelo menos a cada dois anos ou sempre que houver mudanças, como nascimento de filhos, alteração de endereço, mudança de renda ou composição familiar.

Bolsa Família acaba em 31 de julho?

A resposta é não. O que termina em 31 de julho é apenas o calendário referente aos pagamentos deste mês. O programa continua ativo e seguirá realizando novos depósitos conforme o cronograma oficial divulgado pelo Governo Federal.

A data marca apenas o encerramento do calendário de pagamentos do mês de julho, e não o fim do programa social do Governo Federal. O último repasse do mês será realizado em 31 de julho, destinado às famílias com Número de Identificação Social (NIS) de final 0. Depois disso, o Bolsa Família segue normalmente, com um novo calendário de pagamentos previsto para o mês seguinte.

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Beneficiários precisam cumprir regras

Além da renda, o Bolsa Família possui algumas condicionalidades que devem ser cumpridas para que o benefício seja mantido.

Entre elas estão:

  1. manter a vacinação das crianças em dia;
  2. garantir a frequência escolar mínima de crianças e adolescentes;
  3. realizar o acompanhamento pré-natal durante a gestação;
  4. acompanhar o crescimento e desenvolvimento infantil nas unidades de saúde.

Essas medidas fazem parte da política pública voltada à proteção social e ao acompanhamento das famílias beneficiárias.

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Quanto o Bolsa Família paga?

O programa garante um valor mínimo de R$ 600 por família.

Quando a soma dos benefícios calculados não atinge esse valor, é pago automaticamente o Benefício Complementar, assegurando o mínimo previsto.

Além disso, o cálculo considera um benefício básico de R$ 142 por integrante da família, acrescido de valores extras conforme a composição familiar.

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Os adicionais atualmente previstos são:

  1. R$ 150 para cada criança de até seis anos;
  2. R$ 50 para cada gestante;
  3. R$ 50 para crianças entre 7 e 12 anos incompletos;
  4. R$ 50 para adolescentes entre 12 e 18 anos incompletos;
  5. R$ 50 para famílias com bebês de até seis meses, por meio do Benefício Variável Familiar Nutriz.

Esses adicionais são acumulativos, desde que a família cumpra os requisitos exigidos pelo programa.


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