Os dois homens encontrados mortos dentro de um carro em Pacoti, no interior do Ceará, eram o empresário Luís Lindenberg Nojosa de Oliveira, conhecido como Berg Nojosa, de 49 anos, e o funcionário dele, Francisco Valdean Pereira de Sousa, de 53 anos. Os corpos foram localizados pela Polícia Militar na noite do último domingo (6), depois que moradores estranharam a permanência do veículo em uma rua da cidade.
O carro havia estacionado no local durante a tarde e permaneceu por horas com o pisca-alerta ligado. A situação chamou a atenção de pessoas que moravam nas proximidades, que acionaram a Polícia Militar.
Quando os agentes chegaram ao endereço, encontraram Berg no banco do motorista e Valdean no banco do passageiro. Os dois já estavam mortos.
Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, não havia sinais de violência nos corpos. A causa das mortes, no entanto, ainda não foi esclarecida.
Quem era Berg Nojosa, empresário encontrado morto em Pacoti
Berg Nojosa tinha 49 anos e trabalhava no setor de perfuração e manutenção de poços. A atividade profissional fazia com que ele atuasse em diferentes locais, incluindo trabalhos relacionados à perfuração de poços no interior do Ceará.
O empresário também tinha relação familiar com a administração municipal de Pacoti. Ele era primo do prefeito da cidade, Marcos Norjosa.
Após a confirmação da morte, o prefeito publicou uma nota de pesar nas redes sociais. Na manifestação, Marcos Norjosa lamentou a perda do empresário e prestou solidariedade aos familiares e amigos.
A publicação também destacou o vínculo pessoal entre os dois e expressou uma mensagem de conforto à família diante da morte.
A identificação de Berg ajuda a explicar por que o caso chamou a atenção na cidade. Além de atuar profissionalmente na região, ele mantinha vínculo familiar com o prefeito de Pacoti.
Quem era Francisco Valdean Pereira de Sousa
Francisco Valdean Pereira de Sousa tinha 53 anos e era morador do distrito de Sucesso, em Tamboril, também no interior do Ceará.
Ele estava em Pacoti a trabalho. Conforme as informações divulgadas sobre o caso, Valdean havia viajado para o município para atuar com Berg Nojosa em serviços relacionados à perfuração de poços.
A presença dos dois no mesmo veículo, portanto, estava relacionada à atividade profissional desenvolvida pelo empresário.
Valdean e Berg foram encontrados juntos no carro, mas ainda não foram divulgadas informações oficiais que esclareçam o que aconteceu antes da morte dos dois.
O que aconteceu antes de os corpos serem encontrados
O veículo onde estavam as vítimas chegou a uma rua de Pacoti durante a tarde do domingo (6). O carro permaneceu estacionado por um período prolongado e com o pisca-alerta ligado.
A permanência do veículo no mesmo local acabou despertando a preocupação de moradores. Diante da situação considerada estranha, a Polícia Militar foi acionada.
Os agentes foram até o endereço durante a noite e encontraram os dois homens mortos dentro do automóvel.
A ocorrência mobilizou também equipes da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), responsáveis pelos procedimentos periciais que poderão ajudar a esclarecer as circunstâncias das mortes.
Até o momento, as autoridades não apontaram publicamente uma causa para os óbitos.
Causa das mortes ainda depende de laudo
Apesar de os corpos não apresentarem sinais aparentes de violência, essa informação, isoladamente, não permite determinar o que provocou as mortes.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), somente após a conclusão do trabalho pericial será possível confirmar as causas das mortes.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Guaramiranga, unidade responsável pela apuração da ocorrência.
A SSPDS não informou qual linha de investigação está sendo adotada. Por isso, não há, até o momento, confirmação oficial sobre as circunstâncias que levaram à morte dos dois homens.
A investigação deverá considerar as informações levantadas no local, os exames realizados pela Pefoce e outros elementos que possam ajudar a reconstruir os momentos anteriores à localização dos corpos.
A ausência de marcas de violência, portanto, não encerra a apuração. O esclarecimento sobre o que aconteceu depende dos procedimentos periciais e da investigação conduzida pela Polícia Civil.
Enquanto o laudo não é concluído, as autoridades não confirmaram se as mortes tiveram relação entre si, nem divulgaram uma causa provável para os óbitos.
O caso permanece sob investigação, e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades responsáveis pela apuração.




