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PUNIÇÕES

Capitão Wagner defende investigação contra Alexandre de Moraes no caso envolvendo Vorcaro

Na avaliação dele existem indícios que justificariam uma investigação contra o ministro do STF

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Capitão Wagner defende investigação Alexandre de Moraes no caso envolvendo Vorcaro
Candidato afirmou que a apuração deve ser ampla e não pode ser limitada pela identidade ou pela filiação partidária dos envolvidos. (Foto: Lino Vieira)

O candidato ao Senado Capitão Wagner (União Brasil) defendeu, durante sabatina do Jornal da Cidade, da TV Cidade Fortaleza, nesta sexta-feira (11), que todas as pessoas que eventualmente tenham envolvimento nas denúncias relacionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e ao caso envolvendo o Banco Master sejam investigadas e, caso as acusações sejam comprovadas, punidas. Durante a entrevista, o candidato afirmou que a apuração não deve considerar filiação partidária, cargo ou posição institucional dos investigados.

Ao comentar as denúncias envolvendo Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, Capitão Wagner afirmou que, na avaliação dele, existem indícios que justificariam uma investigação contra o ministro do STF. O candidato também defendeu que o processo alcance qualquer pessoa que possa ter participado de eventuais irregularidades.

“Seja quem for que haja indício de envolvimento deve ser investigado e comprovado o envolvimento punido exemplarmente.”
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A declaração foi dada durante a sabatina especial promovida pela TV Cidade Fortaleza com candidatos ao Senado nas eleições de 2026. Capitão Wagner também afirmou que, por ser formado em Direito, considera fundamental garantir o direito à ampla defesa e ao contraditório aos envolvidos.

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Capitão Wagner cita denúncias envolvendo Alexandre de Moraes

Durante a entrevista, Capitão Wagner mencionou informações que, segundo ele, vieram a público após a retirada do sigilo de documentos relacionados ao caso. O candidato citou especificamente o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que os elementos divulgados deveriam ser objeto de investigação.

“Nós temos um exemplo claro, prático, até com o nome do ministro. O ministro Alexandre de Moraes se exacerbou.”
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Na sequência, Capitão Wagner fez referência a mensagens que teriam sido obtidas pela Polícia Federal e associou o conteúdo a uma suposta orientação dada por Alexandre de Moraes a Daniel Vorcaro. O candidato afirmou que, na interpretação dele, os elementos divulgados configurariam indícios de crime.

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“Está claro que o ministro Alexandre de Moraes, inclusive, orientou o indivíduo lá, o tal do Daniel Vorcaro, um momento que ele deveria fugir do Brasil.”

Capitão Wagner ressaltou que, diante dos indícios que mencionou, considera necessária uma investigação envolvendo o ministro do STF.

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“As mensagens foram decifradas pela Polícia Federal e o ministro Alexandre Moraes praticou crime, claro. Indício de crime existe. Por conta disso, ele tem que ser investigado.”
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A fala do candidato se refere a acusações e interpretações apresentadas durante a sabatina. A eventual responsabilização de qualquer autoridade depende de investigação, análise das provas e das decisões dos órgãos competentes.

Candidato defende investigação ampla

Ao ser questionado se a investigação deveria alcançar outras pessoas eventualmente relacionadas ao caso, Capitão Wagner respondeu que sim. O candidato afirmou que a apuração deve ser ampla e não pode ser limitada pela identidade ou pela filiação partidária dos envolvidos.

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“Todas. A gente teve agora a quebra do sigilo, Bianca, e muita gente vai estar envolvida.”

Segundo Wagner, a investigação deve alcançar inclusive pessoas ligadas ao próprio partido ou a outras legendas. Ele afirmou que o critério deve ser a existência de indícios que justifiquem a apuração.

“Gente, inclusive, que pode ser do meu partido, de Partido A, de Partido B, e eu defendo que a investigação seja ampla.”
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O candidato também fez questão de mencionar a necessidade de assegurar os direitos dos investigados durante o processo.

“Logicamente, eu sou formado em direito, eu defendo ampla defesa contraditória, inclusive para o Alexandre Moraes, mas seja quem for.”

Para Capitão Wagner, a investigação deve ser conduzida independentemente da posição ocupada pelas pessoas envolvidas. Na avaliação apresentada por ele, a eventual comprovação de participação em irregularidades deve resultar em punição.

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Capitão Wagner fala em impeachment de Alexandre de Moraes

Durante a sabatina, o candidato ao Senado também afirmou que considera as denúncias citadas por ele suficientes para defender, além da investigação, um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes.

Wagner mencionou supostos contratos, benefícios e relações que, segundo ele, deveriam ser analisados no âmbito das investigações. Entre os pontos citados pelo candidato estão contratos atribuídos à esposa do ministro, benefícios relacionados ao filho de Alexandre de Moraes e outros episódios que ele classificou como indícios a serem apurados.

Ao apresentar sua posição sobre o futuro do ministro, Capitão Wagner foi enfático:

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“Isso é suficiente não só para investigar Alexandre Moraes, mas para ele ser impeachmado.”

O candidato acrescentou que, caso a medida não avance até o próximo ano, pretende apoiar formalmente um eventual pedido de impeachment.

“Se ele não for impeachmado até o próximo ano, eu seria o primeiro a assinar esse pedido.”
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A posição apresentada durante a entrevista coloca a atuação do STF e a responsabilização de ministros da Corte entre os temas centrais defendidos por Capitão Wagner em sua campanha ao Senado.

Debate envolve Banco Master e Daniel Vorcaro

O caso citado durante a sabatina envolve o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. Capitão Wagner fez referência à investigação e às informações que vieram a público após a quebra de sigilo mencionada durante a entrevista.

O candidato afirmou que o conteúdo deve ser analisado pelas autoridades competentes e que eventuais envolvidos precisam responder individualmente caso as suspeitas sejam confirmadas.

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A declaração também reforçou uma posição que Wagner apresentou ao longo da entrevista: a de que não deve haver proteção política ou institucional para pessoas eventualmente envolvidas em irregularidades.

“Seja quem for que haja indício de envolvimento deve ser investigado e comprovado o envolvimento punido exemplarmente.”

A fala sintetiza o argumento apresentado pelo candidato: a investigação deve alcançar todos os envolvidos, mas a punição somente deve ocorrer após a comprovação das responsabilidades dentro do devido processo.

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Sabatina de Capitão Wagner integra programação eleitoral da TV Cidade

A entrevista de Capitão Wagner faz parte da programação especial da TV Cidade Fortaleza para as eleições de 2026. O projeto promove sabatinas com candidatos ao Senado, permitindo que os postulantes apresentem propostas e posições sobre temas políticos, econômicos e institucionais.

As entrevistas televisivas têm duração de 20 minutos e são exibidas durante o Jornal da Cidade. Com o início do período de propaganda eleitoral, o telejornal passa a começar excepcionalmente às 19h05 para acomodar a programação especial.

Depois de Capitão Wagner, o próximo candidato ao Senado a participar da sabatina será Alcides Fernandes (PL), conforme o calendário definido pela emissora.

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A cobertura eleitoral também se estende a outras plataformas do Grupo Cidade. Os candidatos participam de entrevistas de 40 minutos no programa Café com Verdade – Eleições, apresentado pelo jornalista Tiago Lima. O conteúdo fica disponível posteriormente no Spotify e no canal do GCMAIS no YouTube.

As sabatinas também são transmitidas pela Jovem Pan News Fortaleza, dentro do programa Pan News em Revista – 2ª edição, a partir das 16h, de acordo com o calendário estabelecido para cada candidato.

A participação de Capitão Wagner ocorre em um momento de intensificação da disputa eleitoral de 2026 e coloca entre os principais temas de sua campanha a discussão sobre o funcionamento do STF, a responsabilização de autoridades e a defesa de investigações abrangentes em casos envolvendo agentes públicos e empresários.

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