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EM CANDELÁRIA

Justiça Eleitoral troca urna que teve a tecla '3' colada em seção no interior do Rio Grande do Sul

A tecla apresentou travamento e não respondia quando acionada pelos eleitores.

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Justiça Eleitoral troca urna que teve a tecla '3' colada em seção no interior do Rio Grande do Sul
Para solucionar o problema, uma urna de contingência foi encaminhada à seção e utilizada no lugar do equipamento que apresentou a falha. (Foto: Reprodução)

Uma urna eletrônica precisou ser substituída neste domingo (4) em uma seção eleitoral de Candelária, no Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, após a tecla de número “3” deixar de responder aos comandos. A Justiça Eleitoral informou que existe suspeita de que a falha tenha sido provocada pela utilização de cola no equipamento, mas o caso ainda será investigado para determinar o que causou o problema.

O chamado para atendimento foi registrado por volta das 8h30 pelo presidente da seção 33, instalada na Escola Eveline da Fonseca, na localidade de Pinheiro.

Leia também: Vídeo mostra eleitor usando revólver para votar em Flávio Bolsonaro dentro de cabine

De acordo com as informações repassadas pela Justiça Eleitoral, a tecla apresentou travamento e não respondia quando acionada pelos eleitores. Como o funcionamento adequado do teclado é necessário para a conclusão da votação, foi necessário interromper temporariamente o processo e substituir o equipamento.

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A ocorrência foi identificada ainda no início do período de votação, permitindo que uma equipe responsável pelo atendimento eleitoral fosse deslocada até o local.

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Justiça Eleitoral leva urna de contingência para substituir equipamento

Para solucionar o problema, uma urna de contingência foi encaminhada à seção e utilizada no lugar do equipamento que apresentou a falha.

A substituição provocou uma breve paralisação da votação. Segundo a Justiça Eleitoral, porém, o atendimento aos eleitores foi retomado pouco depois da troca e o processo seguiu normalmente.

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A seção eleitoral atende 550 eleitores, que tiveram a votação afetada momentaneamente pela necessidade de substituição da urna.

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O chefe do Cartório Eleitoral de Candelária, Rodrigo Collar, informou que a tecla de número 3 não estava respondendo aos comandos. A falha impedia que os eleitores concluíssem normalmente o procedimento de votação.

A equipe do Cartório Eleitoral esteve no endereço para verificar a ocorrência. O juiz eleitoral de Candelária, Celso Roberto Mernak Fialho Fagundes, também acompanhou a situação no local.

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A atuação ocorreu como parte dos procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral diante de uma falha em equipamento utilizado na votação. A utilização de uma urna de contingência permite substituir o aparelho com problema e dar continuidade ao processo eleitoral.

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Votos registrados antes da troca da urna serão preservados

Um dos principais pontos esclarecidos pela Justiça Eleitoral é que os votos registrados antes da substituição do equipamento não serão perdidos.

A informação é relevante porque a troca ocorreu após eleitores já terem utilizado a urna original. A Justiça Eleitoral informou que os votos contabilizados até o momento da substituição permanecem preservados.

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A ocorrência, portanto, não significa que os eleitores que já haviam votado precisarão retornar à seção ou repetir o procedimento.

A interrupção foi necessária apenas para a substituição do equipamento que apresentava o problema. Depois da instalação da urna de contingência, a votação foi retomada.

O procedimento também evita que uma falha técnica impeça a continuidade da votação ao longo do dia. Em uma eleição com grande quantidade de eleitores, problemas pontuais precisam ser solucionados durante o funcionamento das seções para reduzir o impacto sobre o atendimento.

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Suspeita de cola na tecla ‘3’ será investigada

A causa da falha ainda não está definitivamente estabelecida.

Segundo a Justiça Eleitoral, existe a suspeita de que a tecla de número 3 tenha sido danificada ou travada em razão da utilização de cola no equipamento. A hipótese, entretanto, será analisada pelas autoridades responsáveis antes de qualquer conclusão.

A Justiça Eleitoral informou que o caso será investigado para esclarecer as circunstâncias do problema e verificar se houve realmente aplicação de cola ou algum outro tipo de interferência na urna.

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Por isso, a ocorrência não deve ser tratada, neste momento, como confirmação de adulteração do equipamento. O que está confirmado é que a tecla deixou de funcionar adequadamente e que a urna precisou ser substituída.

A investigação deverá considerar as condições encontradas no equipamento e os elementos disponíveis para identificar a origem da falha.

A apuração também é importante para estabelecer se o problema foi provocado por uma ação externa ou por outra circunstância relacionada ao funcionamento do equipamento.

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Brigada Militar não foi acionada

Apesar da suspeita de interferência no equipamento, a Brigada Militar não precisou ser acionada para atender a ocorrência.

A situação foi acompanhada diretamente por integrantes da estrutura da Justiça Eleitoral. Uma equipe do Cartório Eleitoral e o juiz responsável pela zona eleitoral foram até a escola para verificar o problema e acompanhar a substituição da urna.

O episódio permaneceu, portanto, sob acompanhamento das autoridades eleitorais, enquanto a votação foi restabelecida no local.

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A substituição de equipamentos durante uma eleição faz parte dos procedimentos previstos para situações em que uma urna apresenta algum tipo de falha. A utilização de equipamentos de contingência permite que o processo continue sem que seja necessário manter em funcionamento uma máquina que esteja apresentando problemas.

Votação segue após substituição do equipamento

Com a instalação da nova urna, a votação na seção 33 foi normalizada. A breve interrupção ocorreu especificamente durante o procedimento de substituição.

O caso de Candelária será acompanhado pela Justiça Eleitoral, que deverá esclarecer a origem da falha registrada na tecla de número 3.

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Enquanto isso, os votos feitos antes da troca permanecem válidos, conforme informado pela própria Justiça Eleitoral. Os eleitores que ainda não haviam votado puderam continuar o procedimento normalmente após a retomada da votação.

A ocorrência reforça a importância dos mecanismos de contingência disponíveis durante o processo eleitoral. Quando um equipamento apresenta uma falha, a substituição permite preservar a continuidade do atendimento e reduzir os efeitos do problema sobre os eleitores.

Neste caso, a Justiça Eleitoral também deverá esclarecer se a suspeita de uso de cola procede ou se a falha teve outra origem. Até que essa análise seja concluída, não há confirmação sobre uma eventual interferência intencional no equipamento.

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A votação na seção de Candelária foi retomada após a troca da urna, enquanto a ocorrência segue sob investigação.

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