A capacidade de oxigênio do Hospital Leonardo Da Vinci, em Fortaleza, dobra a partir desta quarta-feira (3), saindo de 9.780m3 para 19.200m3. Durante a manhã, a equipe de engenharia clínica da unidade realizou a operação para substituição do cilindro de oxigênio da unidade.
A substituição garante que a autonomia de oxigênio do hospital passe de 42 horas para 78 horas, em média, até o seu reabastecimento, que ocorre sempre quando o nível da carga chega à metade do cilindro. A autonomia já considera os novos leitos da unidade.
O objetivo é reforçar a margem de segurança aos pacientes, tendo em vista a ampliação de leitos, incluindo as novas 20 UTIs Covid, anunciadas, pelo governador Camilo Santana.
De acordo com o Integrasus, o Hospital Leonardo da Vinci está com 228 vagas ocupadas, entre leitos de enfermaria e Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Enquanto a taxa de ocupação das enfermarias é estimada em 90,67%, os leitos de UTI registram 85% de ocupação.
A operação contou com o apoio de agentes da Autarquia Municipal de Trânsito (AMC) que viabilizou o tráfego no entorno do hospital para o deslocamento dos veículos pesados utilizados na troca dos cilindros.
Novas doses
O Ceará recebeu, no fim da manhã desta quarta-feira (3), o sétimo lote de vacinas contra a Covid-19, com 115.600 mil doses da CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
Com o sétimo lote, o total agora é de 695.200 mil doses recebidas até o momento por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI), coordenado pelo Ministério da Saúde. Todas fazem parte da primeira fase da campanha de vacinação contra a Covid-19, que segue priorizando a aplicação das doses em trabalhadores da saúde e idosos com mais de 75 anos, conforme orienta o PNI. São 153.000 da Oxford/AstraZeneca e 542.200 da Coronavac.




