Antes mesmo da pandemia, o comércio eletrônico já era uma realidade para boa parte das empresas e ganhou mais destaque da crise sanitária. Com o fechamento de lojas físicas não essenciais nas fases mais críticas da crise sanitária, pequenos empreendedores implementaram as ferramentas digitais em seus negócios.
O marketplace tem sido opção para os varejistas manterem as vendas. Na prática, trata-se de um espaço virtual em que vários lojistas se inscrevem e vendem seus produtos, como uma espécie de “shopping virtual”. Empresas especializadas do ramo realizam a mediação das vendas, uma vantagem em termos de custos para o pequeno varejista.
O especialista na área de marketing Gabriel Polstaing, aponta caminhos para uma entrada bem sucedida. Ouça:
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O ambiente virtual é recomendado para o comerciante que está disposto a evoluir seu negócio digitalmente, ainda mais em tempos de pandemia. Levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre fevereiro e março deste ano, 7 em cada 10 empresas brasileiras vendem seu serviço ou produto pelas redes sociais, aplicativos ou internet. A média é a mesma tanto para microempreendedores individuais (MEIs) quanto para micro e pequenas empresas (MPEs).
Algumas estratégias são fundamentais para quem quer ampliar as vendas e divulgar seus produtos no marketplace. O especialista Gabriel Polstaing, destaca algumas. OUÇA:
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No início, optar pela venda digital nas redes sociais ou aplicativos de mensagens pode ser mais simples e barato. Em seguida, o empreendedor pode escolher as vendas por meio dos marketplaces.




