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Dia do Repórter: "O que me instiga muito é gostar de contar os fatos como eles são", afirma Eumar Lima

Em 2021, Eumar completou dez anos como jornalista

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Dia do Repórter: "O que me instiga muito é gostar de contar os fatos como eles são", afirma Eumar Lima
Foto: GCMais

Neste 16 de fevereiro, Dia do Repórter, profissionais do Grupo Cidade de Comunicação narram experiências marcantes vivenciadas em suas rotinas. Com mais de quatro décadas de experiência, o GCC tem levado todos os dias, por meio dos seus veículos (Rádio, TV e portal de notícias), informação relevante, verificada e de qualidade para milhares de pessoas no Ceará e no mundo. O jornalista Eumar Lima detalha suas experiências.

Eumar Lima conta detalhes da profissão

Em 2021, Eumar completou dez anos como jornalista. "São muitas grandes coberturas, muitas, e geralmente as que mais marcam são as trágicas. Para mim, a cobertura mais chocante foi o desabamento do Edifício Andrea. Estar todos os dias, ter que entrar ao vivo, ouvir os bombeiros pedindo silêncio...", conta. Para ele, o trabalho desenvolvido foi marcante na sua vida. "Eu falo e já me emociono lembrando pelo que a gente passou ali. Foi uma semana muito triste daqueles acontecimentos. Só sabe quem viveu, sabe. E poder dizer que mais um sobrevivente foi resgatado é um alívio, mas também na tristeza de reportar que muitas pessoas acabaram morrendo. Ela foi a cobertura mais marcante da minha vida", detalha Lima.

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Para Eumar, a função de reportar é apaixonante. "O que me instiga muito é gostar de contar os fatos como ele são, não como as pessoas querem que sejam. É como se o jornalista fosse um perito do acontecimento. E isso é o que mais me instiga na função", diz. O Jornalismo o aproxima da sociedade e é isso que o encanta mais. "Você ajuda as pessoas informando todos os dias. Para mim, esta é a função primordial do Jornalismo. Ajudando o povo a conhecer sua história, a saber resolver determinados conflitos", acrescenta.

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“O rádio foi minha primeira paixão”

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Débora Britto, repórter da rádio Jovem Pan News Fortaleza (Fm 92.9), entrou pela primeira vez em um estúdio aos 19 anos. A jornalista conta que sempre teve facilidade para falar em público e por esse motivo acabou se identificando com o universo da comunicação. “O rádio foi minha primeira paixão”, afirma Débora entusiasmada. Foi no rádio que ela viveu importantes coberturas, como a do desabamento do Edifício Andrea.

“Foi uma cobertura muito marcante não só para Fortaleza, mas para o Brasil todo. Era um dia comum. A gente já tinha as pautas definidas. Mas veio a notícia do desabamento e mudou tudo. No período da tarde, eu fui para lá. A gente tem que dar a notícia com riqueza de detalhes mesmo em um momento tão difícil como foi a cobertura da queda do Edifício Andrea”, disse Débora.
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No rádio, a profissional já ganhou prêmios com reportagens produzidas em parceira com a equipe da rádio Jovem Pan News Fortaleza. “A reportagem especial requer mais tempo, mais foto e analise de dados com mais precisão. Por ser uma reportagem mais aprofundada, a gente tenta extrair a essência do tema de forma humanizada. A gente coloca mais empenho, mais amor”, relata a jornalista.

 

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