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Camilo Santana e Lula se reúnem para discutir pautas prioritárias da Educação no Brasil

Segundo o ministro, eles conversaram sobre propostas de alfabetização das crianças brasileiras na idade correta e ampliação do acesso dos estudantes às escolas de tempo integral.

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Camilo Santana e Lula se reúnem para discutir pautas prioritárias da Educação no Brasil
Foto: GCMais

O ministro da Educação, Camilo Santana, informou que esteve reunido com o presidente Lula para discutir as pautas prioritárias da Educação e do Brasil. Em postagem nas redes sociais, Camilo disse que apresentou propostas como retomada de obras para novas escolas e instituições de ensino superior.

"Conversamos sobre nosso projeto para garantir a alfabetização das crianças brasileiras na idade correta e ampliar o acesso dos nossos estudantes às escolas de tempo integral. Também apresentei as propostas do MEC para levar conectividade às escolas públicas brasileiras e nosso plano para retomada de obras, entregando ao povo brasileiro novas escolas e instituições de ensino superior. O ministro Rui Costa, da Casa Civil, também participou da conversa. Assumi com o presidente Lula o compromisso de elevar a Educação do Brasil a um novo patamar de qualidade e, em nome desse compromisso, minha equipe e eu estamos trabalhando dia e noite. O Brasil tem pressa, e nós também. Juntos, vamos ajudar o presidente Lula a reconstruir o Brasil", escreveu Camilo Santana nas redes sociais.
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Em reunião com Lula, CNTE pede revogação do novo ensino médio

A revogação do novo ensino médio foi discutida, na terça-feira (7), em reunião do presidente Lula com entidades de trabalhadores da educação, no Palácio do Planalto. O pleito foi apresentado ao presidente pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

O novo ensino médio foi aprovado por lei em 2017, durante o governo do ex-presidente Michel Temer, para tornar a etapa mais atrativa e ampliar a educação em tempo integral, mas a implementação enfrenta desafios estruturais, resistência e até desconhecimento por parte da população.

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"A ideia é revogar o entulho do golpe. O novo ensino médio veio, por imposição, através de uma Medida Provisória, por um governo que não tinha legitimidade popular, sem qualquer diálogo com os setores da área de educação. Apresentamos a demanda de revogação do ensino médio e da Base Nacional Comum Curricular", afirmou Heleno Araújo, presidente da CNTE, à Agência Brasil. Segundo ele, Lula foi sensível aos problemas apresentados e prometeu analisar melhor o pedido.
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Na semana passada, o ministro da Educação, Camilo Santana, evitou falar em revogação, mas disse que um grupo de trabalho será criado para reunir todos os setores educacionais interessados e discutir o andamento do novo ensino médio. “Não é questão de revogar. O [novo] ensino médio está em andamento. O que nós estamos colocando é criar um grupo de trabalho, que será oficializado por portaria. Vamos reunir todos os setores para discutir”, afirmou o ministro.

Em nota, o MEC reconheceu que houve falta de diálogo no processo que levou à promulgação da lei do novo ensino médio e explicou como vai funcionar o grupo de trabalho.

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"O grupo será formado por setores sociais diversos, como as entidades representativas de classe, estudantes, professores, comunidade acadêmica, secretários estaduais e municipais de todos os estados brasileiros, com objetivo de estabelecer o diálogo democrático, numa discussão coletiva e qualificada por meio de pesquisas, consultas públicas, seminários e outras ferramentas que nos permitam tomar decisões embasadas. A questão preponderante é sobre como garantir o melhor Ensino Médio para o país, com justiça e, principalmente, igualdade", diz a pasta.
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*Com informações da Agência Brasil.

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