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Rito de demolição do muro que sela a Porta Santa é celebrado na Basílica de São Pedro

Rito da "recognitio" foi realizado na Basílica de São Pedro para abertura da Porta Santa, momento importante para o Jubileu de 2025

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Rito de demolição do muro que sela a Porta Santa é celebrado na Basílica de São Pedro
Foto: GCMais

A cerimônia de "recognitio" (verificação, em latim) da porta santa do jubileu foi realizada na noite de segunda-feira (02), na Basílica de São Pedro. O objetivo do rito é inspecionar se a Porta Santa, selada desde o último ano santo, está intacta, devidamente lacrada e pronta para ser reaberta no início do Jubileu de 2025.

A peregrinação pelas portas santas é um dos momentos mais importantes do Jubileu. Passar por elas durante o Ano Santo simboliza a entrada em uma nova vida em Cristo e o início de um caminho de conversão.

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A cerimônia teve início com uma oração dirigida pelo arcipreste da basílica, cardeal Mauro Gambetti. Em seguida, os sampietrini – funcionários da Fábrica de São Pedro que são responsáveis pela vigilância e manutenção da basílica vaticana – procederam à demolição do muro que selava a Porta Santa dentro do templo.

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Com a demolição da parede, foi retirada uma caixa metálica que estava guardada dentro da estrutura desde o final do Jubileu da Misericórdia, em 20 de novembro de 2016.

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Conteúdo da caixa metálica

A caixa contém a chave que o Papa Francisco usará para abrir a Porta Santa na noite de 24 de dezembro. Também estão dentro da caixa manilhas, o pergaminho da Rogito (documento que atesta o fechamento da porta), quatro tijolos dourados e algumas medalhas, incluindo as dos pontificados de Francisco, Bento XVI e São João Paulo II.

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Procissão e abertura da caixa

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O cardeal Gambetti conduziu uma procissão, entoando as ladainhas dos santos, desde a Porta Santa até o Altar da Confissão, onde fez uma pausa para uma oração.

Após esse momento, os participantes se dirigiram à Sala Capitular, onde a caixa metálica retirada da Porta Santa foi aberta. Estiveram presentes Dom Rino Fisichella, pró-prefeito do Dicastério para a Evangelização, e Dom Diego Ravelli, mestre das celebrações litúrgicas pontifícias, que receberam os documentos e objetos do reconhecimento, os quais serão entregues ao Papa Francisco.

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